<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/1.5.1-alpha" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comments on: Estamira e o Trocadilo</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/</link>
	<description></description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 00:16:40 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=1.5.1-alpha</generator>

	<item>
		<title>by: Daniela</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-3419</link>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 07:04:09 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-3419</guid>
					<description>Tua reflexão me suscita epifanias em torno das relações entre desejo, potência, poder e a figura de Estamira. Parece-me - e esta é uma voz amadora e de alguém que viu o filme há algum tempo - que Estamira comunica tão bem a sua potência à medida em que quase chega a desprender seu discurso do poder, reinventando-se por emblemas, jogos, efeitos de estranhamento, delírios. Com isso, evoca uma tristeza alegre e não uma alegria triste.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Tua reflexão me suscita epifanias em torno das relações entre desejo, potência, poder e a figura de Estamira. Parece-me - e esta é uma voz amadora e de alguém que viu o filme há algum tempo - que Estamira comunica tão bem a sua potência à medida em que quase chega a desprender seu discurso do poder, reinventando-se por emblemas, jogos, efeitos de estranhamento, delírios. Com isso, evoca uma tristeza alegre e não uma alegria triste.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Flávio Prieto</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-2962</link>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 02:12:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-2962</guid>
					<description>Gostaria que alguém me explicasse uma frase que Estamira diz mais de uma vez no filme: &quot;O homem é o único condicional ...&quot;. Quanto ao 'trocadilo', acho que é mesmo um outro nome pra o demo, algum regionalismo lá do Centro-Oeste. Curioso é ela crer que exista o 'demo' (ou 'trocadilo'), mas não crer em Deus. Ou seja ... se Deus é criação do homem, como ela mesma diz, quem criou o 'trocadilo'? Ficam as indagações. Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Gostaria que alguém me explicasse uma frase que Estamira diz mais de uma vez no filme: &#8220;O homem é o único condicional &#8230;&#8221;. Quanto ao &#8216;trocadilo&#8217;, acho que é mesmo um outro nome pra o demo, algum regionalismo lá do Centro-Oeste. Curioso é ela crer que exista o &#8216;demo&#8217; (ou &#8216;trocadilo&#8217;), mas não crer em Deus. Ou seja &#8230; se Deus é criação do homem, como ela mesma diz, quem criou o &#8216;trocadilo&#8217;? Ficam as indagações. Abraços
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Julia Casagrande</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-2131</link>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 15:02:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-2131</guid>
					<description>Oi  chamo julia sou estudante de Jornalismo e estou precisando de sua ajuda!!! gostaria que me adicionasse juliacasagrande23@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Oi  chamo julia sou estudante de Jornalismo e estou precisando de sua ajuda!!! gostaria que me adicionasse <a href="mailto:juliacasagrande23@hotmail.com">juliacasagrande23@hotmail.com</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: lulu</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-1918</link>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2007 13:01:03 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-1918</guid>
					<description>Muito interessante. Dá quase um alívio perceber que hpa olhares que sabem que estética, ética e política não se separam, nunca, e que os  espectadores - nós - estamos sim sempre enredados naquilo que vimos e transformamos nós também nossos objetos. A Estamira é tão arrebatadora, e tão sábia  e poética que de fato dá um certo receio louvar a esquizofrenia através dela, mas você aponta um caminho interessante que parece resolver essa questão ética. 
Putsgrilo digo eu, 
adorei isso daqui por aqui. 
&lt;em&gt;
&lt;strong&gt;RE: &lt;/strong&gt;Legal encontrar gente que também assistiu, Lulu! E de fato, não se pode assistir Estamira sem lançar algum juízo. Que sejam juízos sobre nós mesmos!
abração,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Muito interessante. Dá quase um alívio perceber que hpa olhares que sabem que estética, ética e política não se separam, nunca, e que os  espectadores - nós - estamos sim sempre enredados naquilo que vimos e transformamos nós também nossos objetos. A Estamira é tão arrebatadora, e tão sábia  e poética que de fato dá um certo receio louvar a esquizofrenia através dela, mas você aponta um caminho interessante que parece resolver essa questão ética.<br />
Putsgrilo digo eu,<br />
adorei isso daqui por aqui.<br />
<em><br />
<strong>RE: </strong>Legal encontrar gente que também assistiu, Lulu! E de fato, não se pode assistir Estamira sem lançar algum juízo. Que sejam juízos sobre nós mesmos!<br />
abração,</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Marcio Arese</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-1820</link>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2007 22:20:14 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-1820</guid>
					<description>O que podemos falar sobre o textículo de Gilles Deleuze sobre o delírio ? Somente que ele parece não ter entendido bem a psicanálise, pelo menos o que esta entendeu sobre o delírio. 
É curioso notar como esse pensamento filosófico é citado como base em muitas clínicas anti-psicanalíticas ao mesmo tempo em que é raro encontrarmos seus seguidores trabalhando diretamente com a psicose. Dificilmente ouvirão uma resposta convincente ao perguntar-lhes a sua versão para o que seja um surto, ou o que seria uma direção para o tratamento da psicose ou sua estabilização. 
Se a psicanálise é um delírio, bem, parece ser, no entanto, um delírio mais amarrado do que o do Sr. Deleuze. A &quot;desterritorialização&quot; só parece ser um caminho para aqueles que não sofrem dela os efeitos radicais.

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE: &lt;/strong&gt;Interessante trazer esse tipo de questionamento, Marcio!
Penso que Deleuze e Guattari são muito bem esclarecidos a respeito dessa crítica. Mas penso também, até hoje, que há um certo problema de passar a esquizoanálise à clínica. Dentro de alguns anos, talvez, será resolvido ;)
Mas em relação ao teu questionamento, talvez a posição do Deleuze seja deliberadamente contra a redução da doença a níveis individuais. Há um certo Freud que D&amp;G apreciam, que é aquele do inconsciente como um caldeiraõ fervilhante de instintos, totalmente aberto à fabricação do real. O que eles não apreciam é a individualização, a familiarização, enfim, o fechar o inconsciente a um indivíduo que teve uma infância, e é esmagado por uma animalidade e uma cultura. 
O caminho vai mais ou menos por aí, nesses autores. Você os leu? O que você acha?
um abraço,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>O que podemos falar sobre o textículo de Gilles Deleuze sobre o delírio ? Somente que ele parece não ter entendido bem a psicanálise, pelo menos o que esta entendeu sobre o delírio.<br />
É curioso notar como esse pensamento filosófico é citado como base em muitas clínicas anti-psicanalíticas ao mesmo tempo em que é raro encontrarmos seus seguidores trabalhando diretamente com a psicose. Dificilmente ouvirão uma resposta convincente ao perguntar-lhes a sua versão para o que seja um surto, ou o que seria uma direção para o tratamento da psicose ou sua estabilização.<br />
Se a psicanálise é um delírio, bem, parece ser, no entanto, um delírio mais amarrado do que o do Sr. Deleuze. A &#8220;desterritorialização&#8221; só parece ser um caminho para aqueles que não sofrem dela os efeitos radicais.</p>
	<p><em><strong>RE: </strong>Interessante trazer esse tipo de questionamento, Marcio!<br />
Penso que Deleuze e Guattari são muito bem esclarecidos a respeito dessa crítica. Mas penso também, até hoje, que há um certo problema de passar a esquizoanálise à clínica. Dentro de alguns anos, talvez, será resolvido <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
Mas em relação ao teu questionamento, talvez a posição do Deleuze seja deliberadamente contra a redução da doença a níveis individuais. Há um certo Freud que D&#038;G apreciam, que é aquele do inconsciente como um caldeiraõ fervilhante de instintos, totalmente aberto à fabricação do real. O que eles não apreciam é a individualização, a familiarização, enfim, o fechar o inconsciente a um indivíduo que teve uma infância, e é esmagado por uma animalidade e uma cultura.<br />
O caminho vai mais ou menos por aí, nesses autores. Você os leu? O que você acha?<br />
um abraço,</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Adriana</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-926</link>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2006 16:11:12 +0000</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2006/10/18/estamira-e-o-trocadilo/#comment-926</guid>
					<description>Gostei muito do seu texto. Este documentário é mesmo excelente!
Aviso aos que moram em Curitiba: o filme Estamira será apresentado no dia 08/12/06 na PUC-PR, Auditório Alceu Amoroso Lima – Bloco de Humanas, das 9h às 12h. A apresentação e discussão do filme fazem parte do &quot;Fórum Permanente de Reintegração Social em Saúde Mental&quot; da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. 
- Telefones para maiores informações e inscrições: 3271- 5780 ou 3271-5826 ou pelo email: ipad@pucpr.br. Inscrições até o dia 06/12/06.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Gostei muito do seu texto. Este documentário é mesmo excelente!<br />
Aviso aos que moram em Curitiba: o filme Estamira será apresentado no dia 08/12/06 na PUC-PR, Auditório Alceu Amoroso Lima – Bloco de Humanas, das 9h às 12h. A apresentação e discussão do filme fazem parte do &#8220;Fórum Permanente de Reintegração Social em Saúde Mental&#8221; da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba.<br />
- Telefones para maiores informações e inscrições: 3271- 5780 ou 3271-5826 ou pelo email: <a href="mailto:ipad@pucpr.br.">ipad@pucpr.br.</a> Inscrições até o dia 06/12/06.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
</rss>
