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	<title>Comments on: Kavafis: a atenção às palavras</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2007/02/16/kavafis-a-atencao-as-palavras/</link>
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	<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 21:20:30 +0000</pubDate>
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		<title>by: André Burgos</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/02/16/kavafis-a-atencao-as-palavras/#comment-1161</link>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2007 21:14:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/02/16/kavafis-a-atencao-as-palavras/#comment-1161</guid>
					<description>opa te achei na comu do orkut ;]
sempre que comentar no meu eu comento
de volta.

http://www.chaverde.wordpress.com

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Re: &lt;/strong&gt;Oi André, 
Valeu pela dica. Mas, que tal fazermos diferente? Sempre quando eu encontrar algo que me toque no teu blog, eu comento, ok? Gostaria que a regra fosse a mesma para você. É isso que acho interessante nos blogs: o que o outro diz pode afetar você, ou não; você pode, com base nesse afeto, comentar, ou não. Mas deve haver alguma relação que não a da mera devolutiva, não é mesmo ? A reciprocidade não se faz no número de comentários devolvidos, mas na importância das conversações que mantemos!
um abraço,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>opa te achei na comu do orkut ;]<br />
sempre que comentar no meu eu comento<br />
de volta.</p>
	<p><a href='http://www.chaverde.wordpress.com' rel='nofollow'>http://www.chaverde.wordpress.com</a></p>
	<p><em><strong>Re: </strong>Oi André,<br />
Valeu pela dica. Mas, que tal fazermos diferente? Sempre quando eu encontrar algo que me toque no teu blog, eu comento, ok? Gostaria que a regra fosse a mesma para você. É isso que acho interessante nos blogs: o que o outro diz pode afetar você, ou não; você pode, com base nesse afeto, comentar, ou não. Mas deve haver alguma relação que não a da mera devolutiva, não é mesmo ? A reciprocidade não se faz no número de comentários devolvidos, mas na importância das conversações que mantemos!<br />
um abraço,</em>
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>by: Renata</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/02/16/kavafis-a-atencao-as-palavras/#comment-1158</link>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 17:41:31 +0000</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/02/16/kavafis-a-atencao-as-palavras/#comment-1158</guid>
					<description>Esse post me deu uma ideia, ou melhor, me fez lembrar de um assunto que renderia um bom post. Não sei se você já teve essa impressão, ou se isso que vou falar tem algo a ver com a questão da comunicação que vc pretende abordar, mas eu fico impressionada com a dificuldade de comunicação (verbal e escrita) das pessoas, especialmente os jovens, hoje. Vou além, as pessoas tem dificuldades grandes de compreensão. Sabe compreensão de texto, objeto de exercícios de escola e cursos de línguas? As pessoas não conseguem mais entender o que as outras dizem ou escrevem!
Sou advogada, trabalhei durante 8 anos com consultoria. Embora não trabalhasse com contencioso, lidava com leis e atendia clientes, escrevia pareceres. Dessa forma, interpretar o que os clientes queriam e leis, regulamentações etc. era parte do meu dia a dia. Além disso liderava uma equipe, formada de forma geral por pessoas mais jovens que eu, muitos ainda na faculdade. O que eu percebia era que as pessoas não só tinham dificuldade de colocar as ideias no papel, mas tb de entender as leis, o que os clientes queriam e também criar um encadeamento lógico de ideias para construir um parecer legal. Isso me assusta muito.
Meu irmão, que dá aula de matemática, tb percebeu isso. Ele já comentou comigo que a grande dificuldade da garotada não é a matemática em si, mas sim interpretação de texto.
O que há de errado com a humanidade???
Deveria ter escrito um post sobre isso, mas me desculpe, acabei desabafando aqui nos comentando no seu blog mesmo...

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Re:&lt;/strong&gt; Olha Renata, que isso dá um bom post mesmo! Gostaria de ler algo a respeito no teu blog (mas por enquanto, levamos então a discussão por aqui). 
Muito interessante você ter falado do seu irmão que é professor de matemática. Sabe o que penso? Que, mesmo (e de modo assombroso) nas faculdades, grande parte dos alunos são analfabetos funcionais. A ausência de noções lógicas básicas para interpretação de textos acompanha - arrisco dizer, por conhecer vários professores de matemática - também uma espécie de carência lógica de matemática básica. Resumindo, estamos formando pessoas que não sabem ler e escrever textos (nas áreas, digamos, mais 'humanísticas'), e que não conhecem matemática básica (nas mais 'exatas', ou mais notadamente nas 'aplicadas'). Isso faz com que o nível do ensino superior caia muito, às vezes de modo que o ensino nem mais possa ser considerado 'superior'. Pressiona também os professores a não manterem avaliações rigorosas, especialmente nas particulares. 
Mas há ainda um agravante: especialmente em exatas, ou o aluno aprende matemática básica, ou não termina o curso. Não há meio de disfarçar as coisas. Já em humanas, o nível dos textos, o uso de apostilas com idéias básicas, textos de poucas páginas, etc., ajudam a mascarar algo que não poderia ser admitido...
de fato, questão seríssima, essa que você elencou! &lt;strong&gt;E, como vimos no Kavafis, é uma dessas que não podem deixar de ser ditas e repetidas...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Esse post me deu uma ideia, ou melhor, me fez lembrar de um assunto que renderia um bom post. Não sei se você já teve essa impressão, ou se isso que vou falar tem algo a ver com a questão da comunicação que vc pretende abordar, mas eu fico impressionada com a dificuldade de comunicação (verbal e escrita) das pessoas, especialmente os jovens, hoje. Vou além, as pessoas tem dificuldades grandes de compreensão. Sabe compreensão de texto, objeto de exercícios de escola e cursos de línguas? As pessoas não conseguem mais entender o que as outras dizem ou escrevem!<br />
Sou advogada, trabalhei durante 8 anos com consultoria. Embora não trabalhasse com contencioso, lidava com leis e atendia clientes, escrevia pareceres. Dessa forma, interpretar o que os clientes queriam e leis, regulamentações etc. era parte do meu dia a dia. Além disso liderava uma equipe, formada de forma geral por pessoas mais jovens que eu, muitos ainda na faculdade. O que eu percebia era que as pessoas não só tinham dificuldade de colocar as ideias no papel, mas tb de entender as leis, o que os clientes queriam e também criar um encadeamento lógico de ideias para construir um parecer legal. Isso me assusta muito.<br />
Meu irmão, que dá aula de matemática, tb percebeu isso. Ele já comentou comigo que a grande dificuldade da garotada não é a matemática em si, mas sim interpretação de texto.<br />
O que há de errado com a humanidade???<br />
Deveria ter escrito um post sobre isso, mas me desculpe, acabei desabafando aqui nos comentando no seu blog mesmo&#8230;</p>
	<p><em><strong>Re:</strong> Olha Renata, que isso dá um bom post mesmo! Gostaria de ler algo a respeito no teu blog (mas por enquanto, levamos então a discussão por aqui).<br />
Muito interessante você ter falado do seu irmão que é professor de matemática. Sabe o que penso? Que, mesmo (e de modo assombroso) nas faculdades, grande parte dos alunos são analfabetos funcionais. A ausência de noções lógicas básicas para interpretação de textos acompanha - arrisco dizer, por conhecer vários professores de matemática - também uma espécie de carência lógica de matemática básica. Resumindo, estamos formando pessoas que não sabem ler e escrever textos (nas áreas, digamos, mais &#8216;humanísticas&#8217;), e que não conhecem matemática básica (nas mais &#8216;exatas&#8217;, ou mais notadamente nas &#8216;aplicadas&#8217;). Isso faz com que o nível do ensino superior caia muito, às vezes de modo que o ensino nem mais possa ser considerado &#8217;superior&#8217;. Pressiona também os professores a não manterem avaliações rigorosas, especialmente nas particulares.<br />
Mas há ainda um agravante: especialmente em exatas, ou o aluno aprende matemática básica, ou não termina o curso. Não há meio de disfarçar as coisas. Já em humanas, o nível dos textos, o uso de apostilas com idéias básicas, textos de poucas páginas, etc., ajudam a mascarar algo que não poderia ser admitido&#8230;<br />
de fato, questão seríssima, essa que você elencou! <strong>E, como vimos no Kavafis, é uma dessas que não podem deixar de ser ditas e repetidas&#8230;</strong></em>
</p>
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	<item>
		<title>by: Fernanda</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/02/16/kavafis-a-atencao-as-palavras/#comment-1156</link>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 15:45:25 +0000</pubDate>
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					<description>Eu tenho agido como o homem simples, por pura preguiça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Eu tenho agido como o homem simples, por pura preguiça.
</p>
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	<item>
		<title>by: Cássio Augusto</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/02/16/kavafis-a-atencao-as-palavras/#comment-1152</link>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 12:18:12 +0000</pubDate>
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					<description>Linda citação... é por isso que mantenho o Blog!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Linda citação&#8230; é por isso que mantenho o Blog!!!
</p>
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