March 31, 2007
Mudança…
A partir de Abril passarei uma temporada residindo (mais precisamente "me alojando") em outro lugar. Viagem de trabalho/estudos. Muita coisa para fazer mesmo, especialmente no quesito leitura/livros. Espero postar bastante coisa relacionada a essa temporada, que será transitória, porém marcante.
Assunto não faltará, rsssss
Mas não vejo a hora de voltar para casa, ou de conhecer lugares mais interessantes. Quando Luiz Marenco fala sobre "rastros e milongas", com certeza se refere a isso: há toda uma carga cultural que, uma vez postos no mundo, podemos (senão devemos) todos vivenciar, absorver. Milongas para serem aprendidas, cantadas. Que se oferecem como milongas, porém… para aquele que as canta enquanto percorre as paisagens do mundo.
;)






9 Comments »
Graziella Says —
Aproveite essa nova fase da sua vida, que com certeza vai te trazer bons frutos!
Estou sempre torcendo por você, você sabe
Beijos, com amor
Re:
)))
Made on March 31, 2007 @ 11:25 pm
leandro Says —
Capricha lá, Pituzão!
E não esqueça que nunca se volta o mesmo depois de uma boa viagem! Essas malas aí em cima estão para lembrar isto!
Abração!
Made on April 1, 2007 @ 4:32 am
Activania Says —
Te están robando las imágenes y ancho de banda aquí: http://cruzado.wordpress.com/2007/03/19/las-termopilas-los-persas-y-el-mundo-que-conocemos/
A mí también me lo hicieron. Saluddos.
Made on April 1, 2007 @ 10:25 am
Diabo Says —
Também quero viajar! =/
Made on April 1, 2007 @ 5:44 pm
nereujr Says —
Isso me faz lembrar d’uma marca prá lá de galponeira…
…Quem sabe a alma desta fronteira vá mais além
Porteira aberta pra os rumos tantos que a vida mostra
A vida é assim, nos põe na cruz de uma encruzilhada
Pra escolher a estrada e buscar aquilo que mais se gosta
Um dia a sorte reponta todos os cavalos mansos
E um olhar de campo escolhe um bueno pra se encilhar
Porque a gente passa a vida inteira por ir embora
Depois não vê a hora e o quanto é tarde pra se voltar
E o mesmo olhar de boas vindas vai cuidar ao longe
Nos esperando pra um mate novo, noutra volteada
Depois que o sonho achar seu rumo por sua conta
E voltar na ponta, num pingo bueno pra contar a estrada.
De boas vindas (Luiz Marenco/Angelo Franco)
Re: Bah, maravilhosa passagem. O ’sonho’, o ‘verso’, como Marenco caracteriza a nós todos tão bem!
Obrigado pela passagem
abração,
Made on April 2, 2007 @ 1:27 pm
Marcio Pimenta Says —
Aê! Muito bacana isso! É para o doutorado também? Vem para o Chile? Heheheh!!!
Boa sorte na empreitada!
Abraços!! Ah! Valeu os comentários lá no blog, agora estou na ativa novamente.
Re: Oi Marcio, valeu!
Agora eu é que estou meio ‘desativado’, mas espero que seja apenas por enquanto. Olha rapaz, que o provável frio que faz no Chile agora (faz frio aí?) é um bom atrativo frente à média de +3 graus nos trópicos brasileiros… Êta calor!
abração,
Made on April 2, 2007 @ 7:08 pm
Cássio Augusto Says —
Opa… alguns dias longe do seu Blog… reformas estruturais aqui no escritório me impediram de tais visitas… mas é… PFL virando Democratas… apagão aéreo… aquecimento global… enfim… muitos assuntos… mas nós nunca deixaremos de os comentar de forma crítica!!! Ah!!! bons estudos e esperamos novos posts!!!
Re: Beleza Cassio! Obrigado pelo comentário. Fique sempre à vontade para seus comentários críticos, aprecio muito. Estou eu agora meio sem computador, mas sabe que estamos sempre aí, tentando alimentar nossas conversações!
abração,
Made on April 3, 2007 @ 1:32 pm
_Maga Says —
Vais sabendo que a torcida por ti é forte!
Conhecer, viajar, aprender… desbravar o mundo, conhecer a si.
Tenho a sensação de já ter colocado essa frase aqui, mas gosto muito dela, e acho que sempre vale a pena…
“Hoje entendendo bem meu pai. Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o póprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como imaginamos, e não simpelemente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver. Não há como não admirar um homem — Costeau, ao comentar o sucesso do seu primeiro grande filme: “Não adianta, não serve para nada, é preciso ir ver”. Il faut aller voir. Pura verdade, o mundo na TV é lindo, mas serve para pouca coisa. É preciso ir tocá-lo.” Trecho do livro Mar Sem Fim do velejador Amyr Klink.
beijos! (ps.: para onde vais??)
Re: Uau, bela passagem! Inclusive a menção honrosa que faz ao Cousteau…
Ahá! é um lugar bem, mas bem, mas BEM quente
Legal rever teus comentários por aqui, Marcela, valeu!
bjs,
Made on April 4, 2007 @ 4:04 am
Graziella Says —
Apague o meu
Made on April 4, 2007 @ 11:14 pm
RSS feed for comments on this post.
Leave a comment