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	<title>Comments on: Altruísmo, e o olhar do outro</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/</link>
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	<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 11:22:46 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: _Maga</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1760</link>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 02:23:06 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1760</guid>
					<description>Acho que meu ultimo comentário não ficou muito bom, então voltei para complementa-lo. rs

Como você disse, esse fenomeno pode ser explicado pelo processo comportamental &quot;esquiva&quot;, contudo esta não é a única hipotese (e talvez nesta pesquisa não seja a que explica). 

Hoje, andando, pensei em uma hipótese alternativa, só para usar de exemplo, pode ser: ver o efeito da punição no outro pode ser um reforçador positivo para o aplicador da punição. Contudo, ser elogiado por uma atitude &quot;altruista&quot; pode ter um poder reforçador maior. Quando não tem ninguém olhando e, portanto, o reforçador para o comportamento altruísta não esta disponivel, o comportamento punitivo passa não ter concorrente, e então sua probabilidade de ocorrência aumenta. 

O que quis mostrar com este exemplo é que a explicação fica complicada sem analisar as variáveis. E que mesmo muitos processos comportamentais podem estar envolvidos em um comportamento complexo. 

Eu sou uma chata mesmo, né? Espero ter tirado qualquer má impressão que possa ter ficado no primeiro comentário...

Beijo

ps.: e você? o que falaria disso?

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Re:&lt;/strong&gt; Com certeza, concordo com você, rsssssss  Rigorosamente, não tem como sabermos, sem acessar a pesquisa. Mas em termos gerais, a pesquisa diz: agimos &quot;bem&quot; quando estamos sob o olhar ou a figura do outro. Isso pode ter o conteúdo reforçador (age-se bem porque agir bem traz consequências positivas, reforçadas pelo outro, ou é um cpta/ cujas regras já perduram na história individual), mas também o caráter de esquiva (age-se bem para fugir de uma possível punição). 
O que poderia definir a resposta, via de regra, para além do relativismo das histórias individuais, talvez possa ser o que implica a pesquisa: práticas 'sociais' de vigilância e, portanto, uma probabilidade maior de que ela implique uma possível punição... 
Mas não sou behaviorista, e talvez os termos não estejam exatos, rssss
bjs,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Acho que meu ultimo comentário não ficou muito bom, então voltei para complementa-lo. rs</p>
	<p>Como você disse, esse fenomeno pode ser explicado pelo processo comportamental &#8220;esquiva&#8221;, contudo esta não é a única hipotese (e talvez nesta pesquisa não seja a que explica). </p>
	<p>Hoje, andando, pensei em uma hipótese alternativa, só para usar de exemplo, pode ser: ver o efeito da punição no outro pode ser um reforçador positivo para o aplicador da punição. Contudo, ser elogiado por uma atitude &#8220;altruista&#8221; pode ter um poder reforçador maior. Quando não tem ninguém olhando e, portanto, o reforçador para o comportamento altruísta não esta disponivel, o comportamento punitivo passa não ter concorrente, e então sua probabilidade de ocorrência aumenta. </p>
	<p>O que quis mostrar com este exemplo é que a explicação fica complicada sem analisar as variáveis. E que mesmo muitos processos comportamentais podem estar envolvidos em um comportamento complexo. </p>
	<p>Eu sou uma chata mesmo, né? Espero ter tirado qualquer má impressão que possa ter ficado no primeiro comentário&#8230;</p>
	<p>Beijo</p>
	<p>ps.: e você? o que falaria disso?</p>
	<p><em><strong>Re:</strong> Com certeza, concordo com você, rsssssss  Rigorosamente, não tem como sabermos, sem acessar a pesquisa. Mas em termos gerais, a pesquisa diz: agimos &#8220;bem&#8221; quando estamos sob o olhar ou a figura do outro. Isso pode ter o conteúdo reforçador (age-se bem porque agir bem traz consequências positivas, reforçadas pelo outro, ou é um cpta/ cujas regras já perduram na história individual), mas também o caráter de esquiva (age-se bem para fugir de uma possível punição).<br />
O que poderia definir a resposta, via de regra, para além do relativismo das histórias individuais, talvez possa ser o que implica a pesquisa: práticas &#8217;sociais&#8217; de vigilância e, portanto, uma probabilidade maior de que ela implique uma possível punição&#8230;<br />
Mas não sou behaviorista, e talvez os termos não estejam exatos, rssss<br />
bjs,</em>
</p>
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	<item>
		<title>by: _Maga</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1752</link>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 02:09:49 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1752</guid>
					<description>Olá Catatau!

Na procura por um behaviorista achaste dois! hahaha O Robson é behaviorista também, mas deu um comentário contido - tão contido que até deixou-me sem graça na minha prolixidade hehehehe.

Olha talvez esquiva seja uma boa palavra para esse fenômeno, mas eu não acredito que simplesmente nomear o fenomeno seja útil. Melhor seria poder ler a pesquisa, conhecer as variáveis e ai sim, se isso for útil, nomear o &quot;fenomeno comportamental&quot; dentro do qual tal comportamento poderia ser classificado. 

A priori, as hipoteses podem ser tão amplas que acabam perdendo o sentido... ;)

beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Olá Catatau!</p>
	<p>Na procura por um behaviorista achaste dois! hahaha O Robson é behaviorista também, mas deu um comentário contido - tão contido que até deixou-me sem graça na minha prolixidade hehehehe.</p>
	<p>Olha talvez esquiva seja uma boa palavra para esse fenômeno, mas eu não acredito que simplesmente nomear o fenomeno seja útil. Melhor seria poder ler a pesquisa, conhecer as variáveis e ai sim, se isso for útil, nomear o &#8220;fenomeno comportamental&#8221; dentro do qual tal comportamento poderia ser classificado. </p>
	<p>A priori, as hipoteses podem ser tão amplas que acabam perdendo o sentido&#8230; <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
	<p>beijos
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: _Maga</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1747</link>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 04:22:28 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1747</guid>
					<description>&quot;O inferno são os outros, não é isso?&quot;

O que chamamos de &quot;sentimento de culpa&quot; é uma &quot;construção social&quot;, ou seja: foi aprendido. O sentimento de culpa, seria mais um efeito de uma história de punição. De onde vem a punição em caso de ação em que o sentimento de culpa vem de um comportamento &quot;amoral&quot;? Do outro. De outra forma não existe punição. Um dos efeitos da punição é &quot;fazer coisas escondido&quot;. Afinal, se fizermos algo &quot;escondidos&quot; e ninguém ficar sabendo, não haverá punição. longe da agência punitiva, não há punição. Assim, para manter alguém agindo de certa forma é necessário ter sempre outro alguém vigiando...

Talvez, por isso, seja mais fácil robar em Brasilia, láaaaa longe dos eleitores...

(melhor eu ir dormir, antes que fale mais abobrinhas rs)

beijos

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Re:&lt;/strong&gt; Estava procurando algum behaviorista para ajudar a explicar isso, Marcela. Acho que você está no caminho, heheh
Falando como um não-especialista: não poderiamos falar sobre comportamento de fuga, ou de esquiva? O observado age diante de uma possível punição, então age de modo que não seja atingido por ela... é por aí?

bjs,&lt;/em&gt;

 </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;O inferno são os outros, não é isso?&#8221;</p>
	<p>O que chamamos de &#8220;sentimento de culpa&#8221; é uma &#8220;construção social&#8221;, ou seja: foi aprendido. O sentimento de culpa, seria mais um efeito de uma história de punição. De onde vem a punição em caso de ação em que o sentimento de culpa vem de um comportamento &#8220;amoral&#8221;? Do outro. De outra forma não existe punição. Um dos efeitos da punição é &#8220;fazer coisas escondido&#8221;. Afinal, se fizermos algo &#8220;escondidos&#8221; e ninguém ficar sabendo, não haverá punição. longe da agência punitiva, não há punição. Assim, para manter alguém agindo de certa forma é necessário ter sempre outro alguém vigiando&#8230;</p>
	<p>Talvez, por isso, seja mais fácil robar em Brasilia, láaaaa longe dos eleitores&#8230;</p>
	<p>(melhor eu ir dormir, antes que fale mais abobrinhas rs)</p>
	<p>beijos</p>
	<p><em><strong>Re:</strong> Estava procurando algum behaviorista para ajudar a explicar isso, Marcela. Acho que você está no caminho, heheh<br />
Falando como um não-especialista: não poderiamos falar sobre comportamento de fuga, ou de esquiva? O observado age diante de uma possível punição, então age de modo que não seja atingido por ela&#8230; é por aí?</p>
	<p>bjs,</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Links &amp; Sites - Seleção dos Melhores Sites do Brasil -</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1743</link>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 12:15:40 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1743</guid>
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Um abraço,
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</p>
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	<item>
		<title>by: Robson</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1742</link>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 01:50:35 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/07/27/altruismo-e-o-olhar-do-outro/#comment-1742</guid>
					<description>Faz sentido também para entender por que tantas pessoas não se penalizam com o desastre alheio, quando só ouvem falar dele.

Afora grandes eventos, o que acontece ao outro só choca se chega aos olhos.

abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Faz sentido também para entender por que tantas pessoas não se penalizam com o desastre alheio, quando só ouvem falar dele.</p>
	<p>Afora grandes eventos, o que acontece ao outro só choca se chega aos olhos.</p>
	<p>abraço.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
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