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	<title>Comments on: Depressão e pressão no trabalho</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2007/08/06/depressao-e-pressao-no-trabalho/</link>
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	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 00:32:29 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: _Maga</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/08/06/depressao-e-pressao-no-trabalho/#comment-1797</link>
		<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 22:39:05 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/08/06/depressao-e-pressao-no-trabalho/#comment-1797</guid>
					<description>Hehehe

pode me excluir deste &quot;entendemos&quot; hahahahahaha

Eu atuo na clínica por falta de opção (apesar de gostar muito do trabalho, e saber que em certos problemas a gente precisa focar no indivíduo em algum momento para ter uma mudança mais produtiva). Na verdade ao contrário de quase a totalidade dos meus colegas eu não entrei na faculdade pensando na clínica, mesmo antes de saber o que seria essa tal de psicologia (como podes imaginar continuo tendo apenas uma vaga ideia rs) eu já queria atuar mesmo era com grupos de pessoas e não pessoas isoladas. Hoje o meu ideal é estudar mais para poder ir nas escolas. E esta postura acaba refletindo na clínica. 

Beijos

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE: &lt;/strong&gt;Também acho superlegal a idéia de trabalhar com grupos. Especialmente gosto muito de psicologia comunitária, social, e institucional, aí grupos é uma constante. Pena que ainda não pude me encaminahr p essas áreas... Mas gostaria muito!
No fim das contas, a questão do indivíduo não deve ser descartada. Mas é interessante notar que na prática cotidiana a balança pesa sempre p o indivíduo! É a unidade concreta que permite 'ver' o problema, mesmo quando ele não se situa aí!
bjs,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Hehehe</p>
	<p>pode me excluir deste &#8220;entendemos&#8221; hahahahahaha</p>
	<p>Eu atuo na clínica por falta de opção (apesar de gostar muito do trabalho, e saber que em certos problemas a gente precisa focar no indivíduo em algum momento para ter uma mudança mais produtiva). Na verdade ao contrário de quase a totalidade dos meus colegas eu não entrei na faculdade pensando na clínica, mesmo antes de saber o que seria essa tal de psicologia (como podes imaginar continuo tendo apenas uma vaga ideia rs) eu já queria atuar mesmo era com grupos de pessoas e não pessoas isoladas. Hoje o meu ideal é estudar mais para poder ir nas escolas. E esta postura acaba refletindo na clínica. </p>
	<p>Beijos</p>
	<p><em><strong>RE: </strong>Também acho superlegal a idéia de trabalhar com grupos. Especialmente gosto muito de psicologia comunitária, social, e institucional, aí grupos é uma constante. Pena que ainda não pude me encaminahr p essas áreas&#8230; Mas gostaria muito!<br />
No fim das contas, a questão do indivíduo não deve ser descartada. Mas é interessante notar que na prática cotidiana a balança pesa sempre p o indivíduo! É a unidade concreta que permite &#8216;ver&#8217; o problema, mesmo quando ele não se situa aí!<br />
bjs,</em>
</p>
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	<item>
		<title>by: _Maga</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/08/06/depressao-e-pressao-no-trabalho/#comment-1785</link>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 03:03:32 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/08/06/depressao-e-pressao-no-trabalho/#comment-1785</guid>
					<description>Muito interessante, Catatau!

&quot;Intervenções focadas no ambiente de trabalho tendem a perder seu valor quando há um excedente grande de desemprego&quot; isso é bem verdade. Na clínica observamos que boa parte da demanda que chega o &quot;fator&quot; estresse é o mais evidente.

E essa filosofia de não cuidar das pessoas, se estende além do ambiente de trabalho, como nas faculdades onde o ambiente é super estressante e a aprendizagem muitas vezes sai prejudicada por isso.

Um abraço

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Esse é o problema, Marcela. Tendemos a achar mais fácil intervir nos indivíduos, quando são apenas os &quot;sintomas&quot; de uma dinâmica que é exterior a eles...
bjs,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Muito interessante, Catatau!</p>
	<p>&#8220;Intervenções focadas no ambiente de trabalho tendem a perder seu valor quando há um excedente grande de desemprego&#8221; isso é bem verdade. Na clínica observamos que boa parte da demanda que chega o &#8220;fator&#8221; estresse é o mais evidente.</p>
	<p>E essa filosofia de não cuidar das pessoas, se estende além do ambiente de trabalho, como nas faculdades onde o ambiente é super estressante e a aprendizagem muitas vezes sai prejudicada por isso.</p>
	<p>Um abraço</p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Esse é o problema, Marcela. Tendemos a achar mais fácil intervir nos indivíduos, quando são apenas os &#8220;sintomas&#8221; de uma dinâmica que é exterior a eles&#8230;<br />
bjs,</em>
</p>
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