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	<title>Comments on: O que pode um cérebro?</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/</link>
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	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 03:55:34 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: leandro</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1913</link>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 16:32:06 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1913</guid>
					<description>Peterson, eu li o seu comentário e gostei. Por isso disse &quot;é isso aí&quot;.

O outro parágrafo é outro assunto, uma breve crítica a como estão tratando o cérebro por aí (não é o seu comentário e nem o texto do catatau).

Perdoe-me se me expressei mal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Peterson, eu li o seu comentário e gostei. Por isso disse &#8220;é isso aí&#8221;.</p>
	<p>O outro parágrafo é outro assunto, uma breve crítica a como estão tratando o cérebro por aí (não é o seu comentário e nem o texto do catatau).</p>
	<p>Perdoe-me se me expressei mal.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Peterson Colares</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1911</link>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 22:56:02 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1911</guid>
					<description>Leandro, não querendo me meter - na verdade nem entendi se vc se referia ao texto do catatau ou ao meu comentário - mas se a segunda opção bate, é... Vc não o leu, não é? Não tem coisificação em nada ali, pelo contrário... Trata-se do corpo como potência do ser, e não como objeto físico nomeado, &quot;coisificado&quot;... E quando digo, copiando descadaramente o Deleuze, que o cérebro tá no mundo, é justamente porque este mundo através dos códigos que procura a clivagem do corpo, que é mais complexa que mera &quot;coisificação&quot;, e que o cérebro não se resume aos seus movimentos sinápticos, mas enfim...</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Leandro, não querendo me meter - na verdade nem entendi se vc se referia ao texto do catatau ou ao meu comentário - mas se a segunda opção bate, é&#8230; Vc não o leu, não é? Não tem coisificação em nada ali, pelo contrário&#8230; Trata-se do corpo como potência do ser, e não como objeto físico nomeado, &#8220;coisificado&#8221;&#8230; E quando digo, copiando descadaramente o Deleuze, que o cérebro tá no mundo, é justamente porque este mundo através dos códigos que procura a clivagem do corpo, que é mais complexa que mera &#8220;coisificação&#8221;, e que o cérebro não se resume aos seus movimentos sinápticos, mas enfim&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Rafael</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1910</link>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 22:25:56 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1910</guid>
					<description>Ainda estou um pouco aquém de participar das discussões nos comentários sobre este estilo de posts.
=)</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Ainda estou um pouco aquém de participar das discussões nos comentários sobre este estilo de posts.<br />
=)
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: leandro</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1906</link>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 11:30:54 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1906</guid>
					<description>É isso aí, &quot;o que pode um corpo&quot;. 

A coisificação da pessoa, agora em partes. Como desenhar com o lado direto do cérebro. Aliás, nada mais simples: basta desenhar com a mão esquerda.

Vc vai escrever o prefácio (ou o pré-difícil) do &quot;Célebre Cérebro&quot;, hein?

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>É isso aí, &#8220;o que pode um corpo&#8221;. </p>
	<p>A coisificação da pessoa, agora em partes. Como desenhar com o lado direto do cérebro. Aliás, nada mais simples: basta desenhar com a mão esquerda.</p>
	<p>Vc vai escrever o prefácio (ou o pré-difícil) do &#8220;Célebre Cérebro&#8221;, hein?</p>
	<p>Abraço!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Peterson Colares</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1905</link>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 19:24:27 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1905</guid>
					<description>Sobre esta pergunta, remete-me à outra, da dupla Deleuze/Spinoza: O que pode um corpo? Ninguém sabe do que um corpo é capaz, em termos de afetos e de sua potência de agir. Já o cérebro, enquanto matéria, passa pelo que vc diz no texto, uma série de conexões bioquímicas, mas o cérebro está no mundo. A ordem que é dada para que o soldado puxe o gatilho passa pelo estímulo sináptico, mas ela se inicia fora, no mundo, onde é possível existirem pessoas que matam apenas porque outras mandam. E mesmo que cheguemos a controlar comportamentos através de estímulos ou drogas (como já se faz), continuará sendo de &quot;fora&quot;. O cérebro está no mundo!

Abraços, companheiro!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Sobre esta pergunta, remete-me à outra, da dupla Deleuze/Spinoza: O que pode um corpo? Ninguém sabe do que um corpo é capaz, em termos de afetos e de sua potência de agir. Já o cérebro, enquanto matéria, passa pelo que vc diz no texto, uma série de conexões bioquímicas, mas o cérebro está no mundo. A ordem que é dada para que o soldado puxe o gatilho passa pelo estímulo sináptico, mas ela se inicia fora, no mundo, onde é possível existirem pessoas que matam apenas porque outras mandam. E mesmo que cheguemos a controlar comportamentos através de estímulos ou drogas (como já se faz), continuará sendo de &#8220;fora&#8221;. O cérebro está no mundo!</p>
	<p>Abraços, companheiro!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: _Maga</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1903</link>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 02:40:54 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2007/09/10/o-que-pode-um-cerebro/#comment-1903</guid>
					<description>Aodrei o texto, Catatau!

Em especial esta frase: &quot;O que pode um cérebro, quando fazemos essa pergunta, limita-se a buscar compreender como é que um órgão se relaciona funcionalmente com outros, e interfere funcionalmente nas relações do próprio organismo.&quot; linda! linda! (rs)
É um problema sério quando profissionais - em especial da area da psicologia - ao se deparar com uma questão para a qual ainda não tem uma explicação satisfatória coloquem toda a responsabilidade no cérebro. Ao fazer isso  explicação está ignorando o organismo &quot;como um todo&quot; (filogenetica), a história de vida (ontogenetica e cultural)e ainda o ambiente atual do organismo (as contingências que estão atuando sobre organismo naquele momento. (sim sim... estou fazendo uma análise funcional... sou uma chata assumida, mesmo rs). Uma explicação &quot;cerebral&quot; provavelmente não ajudará muito na resolução do problema (talvez até torne o problema, assim explicado, como insolúvel...).

Estava discutindo esse assunto com o Robson outro dia, espero que tanto ele quanto o Leandro comentem o tópico... rs

beijos

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE: &lt;/strong&gt;É verdade, Marcela. Como já vimos no post do Robson, é aquela história: em vários contextos, tanto faz dizer que é ou não o cérebro que realiza uma operação; isso é inteiramente redundante! O que não quer dizer que, nas neurociências, não haja importância. Aí é que por excelência o cérebro é &quot;célebre&quot; (como diz o Leandro), heheh
bjs,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Aodrei o texto, Catatau!</p>
	<p>Em especial esta frase: &#8220;O que pode um cérebro, quando fazemos essa pergunta, limita-se a buscar compreender como é que um órgão se relaciona funcionalmente com outros, e interfere funcionalmente nas relações do próprio organismo.&#8221; linda! linda! (rs)<br />
É um problema sério quando profissionais - em especial da area da psicologia - ao se deparar com uma questão para a qual ainda não tem uma explicação satisfatória coloquem toda a responsabilidade no cérebro. Ao fazer isso  explicação está ignorando o organismo &#8220;como um todo&#8221; (filogenetica), a história de vida (ontogenetica e cultural)e ainda o ambiente atual do organismo (as contingências que estão atuando sobre organismo naquele momento. (sim sim&#8230; estou fazendo uma análise funcional&#8230; sou uma chata assumida, mesmo rs). Uma explicação &#8220;cerebral&#8221; provavelmente não ajudará muito na resolução do problema (talvez até torne o problema, assim explicado, como insolúvel&#8230;).</p>
	<p>Estava discutindo esse assunto com o Robson outro dia, espero que tanto ele quanto o Leandro comentem o tópico&#8230; rs</p>
	<p>beijos</p>
	<p><em><strong>RE: </strong>É verdade, Marcela. Como já vimos no post do Robson, é aquela história: em vários contextos, tanto faz dizer que é ou não o cérebro que realiza uma operação; isso é inteiramente redundante! O que não quer dizer que, nas neurociências, não haja importância. Aí é que por excelência o cérebro é &#8220;célebre&#8221; (como diz o Leandro), heheh<br />
bjs,</em>
</p>
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