December 10, 2007
Da O.N.G à P.P.P
Deveríamos imprimir em cobre as palavras do inprezário Rogério de Souza Phelippe, sobre um de seus esquemas no município de Rosana/SP. Dentre eles, como montar alguns tipos bem peculiares de ONG´s:
“Você monta uma ONG, eu empresário vou lá e deposito na ONG, você é o dono da ONG, por trás você pega o dinheiro. Faz alguns beneficinhos lá, faz alguns cursinho lá, acabou. Eu desconto do meu imposto de renda e você se beneficia, é a única forma, da forma legal”, complementa ele.
Um belo exemplo de PPP:
Isso se chama parceria comercial. Ninguém fala que é propina nem nada, parceria comercial. Palavreado empresarial, parceria comercial. Tem que fazer uma parceria fora do valor, vamos dizer assim.
PQP…





4 Comments »
Rafael Reinehr Says —
Fala parceiro! Tenho um negócio a te propor. Você não tem nada a perder, risco zero! A única coisa que vai precisa fazer é brincar de esconde-esconde. É isso aí! Quando for feita aquela licitação para a merenda das escolas do município, você “esconde-esconde” os outros projetos e seleciona o meu, ok? Hehehe… É mais ou menos por aí!
Obrigadão pela visita e pelo comentário crítico lá no OPS! Gostei de sua sagacidade e, como disse lá, chutou o calcanhar de Aquiles. Pense em alguma forma de vir a participar do OPS! também. Estamos abertos.
RE: Salve Rafael! Bom vê-lo por aqui.
Opa, muito bom o “esquema”, quando começamos? rsss
Legal, estou curioso para saber mais sobre teus textos deleuzeanos, e com certeza, no que puder ajudar no OPS , tamos na área! Qquer coisa, sigamos contato
abração,
Made on December 10, 2007 @ 8:15 pm
_Maga Says —
É o eufemismo mostrando o seu poder.
Quando será que vamos parar de cavar o nosso próprio buraco?
beijos
Made on December 10, 2007 @ 10:48 pm
Márcio Pimenta Says —
No Brasil qualquer boa idéia (como originalmente as ONGs são) transforma-se em um meio de driblar as leis.
Made on December 12, 2007 @ 3:42 pm
Firmo de Freitas Says —
Concordo em gênero , número e grau com todos os comentários. O que é preciso deixar claro é que deva existir uma via alternativa para que o cidadão possa gozar do seu direito constitucional de ir e vir.Esta via alternativa é a solução de todo problema. Que os nossos legisladores façam sua parte para que esta situação seja normalizada. Cordiais saudações, Firmo Freitas
Made on January 30, 2008 @ 7:58 pm
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