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	<title>Comments on: O argumento do tacape</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/</link>
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	<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 08:58:06 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: Fred</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2502</link>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 00:14:58 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2502</guid>
					<description>tem um detalhe interessante no texto do Gravataí que me chamou atenção. É esse trecho:
&quot;Isso porque a Carta Capital, na penúltima edição, CONFIRMOU que Diogo Mainardi tinha quatro fontes na Itália. Vejam bem: QUATRO. Nassif diz que o documento foi produzido no Brasil, mas não há prova disso.&quot;

Como assinante da CartaCapital, surpreendeu-me a afirmação, porque ela nunca ocorreu - ou eu nunca li em nenhuma edição dela que confirmasse que DM estivesse correto sobre qualquer coisa. Ainda mais sobre esse documento. 
Outra coisa é a idéia de que não há prova de ele ter sido confeccionado no Brasil. Mas nisso o Nassif foi muito objetivo. Estão lá para quem queira ver as provas por ele apresentadas a esse respeito. Como o Gravataí chega a afirmar que não há provas, quase dando a entender que o Nassif não apresentou provas?
Sei não, pareceu-me um pouco enrolado esse texto do Gravataí. Já percebi algumas obscuridades no Dossiê do Nassif, mas esse texto foi uma defesa quase passional da Janaína Leite.

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Interessante, Fred. Não estou por dentro do debate (acompanhei mais o tom do que o conteúdo), mas nesses termos se você estiver correto, desmentirá o Gravataí no plano da discussão, e não do tacape - enfim, é o que importa!
um abraço,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>tem um detalhe interessante no texto do Gravataí que me chamou atenção. É esse trecho:<br />
&#8220;Isso porque a Carta Capital, na penúltima edição, CONFIRMOU que Diogo Mainardi tinha quatro fontes na Itália. Vejam bem: QUATRO. Nassif diz que o documento foi produzido no Brasil, mas não há prova disso.&#8221;</p>
	<p>Como assinante da CartaCapital, surpreendeu-me a afirmação, porque ela nunca ocorreu - ou eu nunca li em nenhuma edição dela que confirmasse que DM estivesse correto sobre qualquer coisa. Ainda mais sobre esse documento.<br />
Outra coisa é a idéia de que não há prova de ele ter sido confeccionado no Brasil. Mas nisso o Nassif foi muito objetivo. Estão lá para quem queira ver as provas por ele apresentadas a esse respeito. Como o Gravataí chega a afirmar que não há provas, quase dando a entender que o Nassif não apresentou provas?<br />
Sei não, pareceu-me um pouco enrolado esse texto do Gravataí. Já percebi algumas obscuridades no Dossiê do Nassif, mas esse texto foi uma defesa quase passional da Janaína Leite.</p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Interessante, Fred. Não estou por dentro do debate (acompanhei mais o tom do que o conteúdo), mas nesses termos se você estiver correto, desmentirá o Gravataí no plano da discussão, e não do tacape - enfim, é o que importa!<br />
um abraço,</em>
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: Ewaldy Marengo</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2495</link>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 04:16:41 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2495</guid>
					<description>Creio que o problema é que ninguém quer abrir mão dos próprios argumentos. Nisso, ao invés de ouvir o que o outro tem a dizer, já fica pensando na resposta, tentando desmoralizar o outro, para que seu argumento não tenha valor. Quanto mais o debate se alonga, mais pesado vai ficando o teor da conversa, na tentativa de fazer o outro aceitar e calar a boca. Nisso o tacape surge na mão de um, ou dos dois.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Creio que o problema é que ninguém quer abrir mão dos próprios argumentos. Nisso, ao invés de ouvir o que o outro tem a dizer, já fica pensando na resposta, tentando desmoralizar o outro, para que seu argumento não tenha valor. Quanto mais o debate se alonga, mais pesado vai ficando o teor da conversa, na tentativa de fazer o outro aceitar e calar a boca. Nisso o tacape surge na mão de um, ou dos dois.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Renato</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2494</link>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 00:55:37 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2494</guid>
					<description>Pelo tom do Nassif o tacape é a parte mais avantajada do cérebro dele.
Cada vez fica mais difícil acreditar em algo seja revelado pela imprensa, seja por blogueiros. O pior fica por conta de não ter a quem recorrer. O judiciário? Esqueça!
A quem interessa tudo isto?</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Pelo tom do Nassif o tacape é a parte mais avantajada do cérebro dele.<br />
Cada vez fica mais difícil acreditar em algo seja revelado pela imprensa, seja por blogueiros. O pior fica por conta de não ter a quem recorrer. O judiciário? Esqueça!<br />
A quem interessa tudo isto?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Leandro K.</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2493</link>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 00:23:22 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2493</guid>
					<description>Este comentário corre o risco de ser equivocado, mas foi o que me lembrei ao ler seu post.

É mais ou menos como o contra-argumento de muitas igrejas que sofrem denúncias, como a Renascer e a Universal. Quanto mais perseguidas, mais santas. Afinal, é assim que está no evangelho. Parece que não importa muito o motivo da perseguição.

Outra coisa, além de não escutarmos o outro, é comum nós mesmos não nos escutarmos. É um ab-surdo!

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; É isso mesmo. Acho que a moral da história - e do post - era dizer que a raiz do equívoco reside precisamente onde a conversa fica de lado e cede o lugar ao tacape. Ele pode ter várias nuances, como quando se busca forjar deliberadamente um equívoco onde não haveria nenhum...
:p&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Este comentário corre o risco de ser equivocado, mas foi o que me lembrei ao ler seu post.</p>
	<p>É mais ou menos como o contra-argumento de muitas igrejas que sofrem denúncias, como a Renascer e a Universal. Quanto mais perseguidas, mais santas. Afinal, é assim que está no evangelho. Parece que não importa muito o motivo da perseguição.</p>
	<p>Outra coisa, além de não escutarmos o outro, é comum nós mesmos não nos escutarmos. É um ab-surdo!</p>
	<p><em><strong>RE:</strong> É isso mesmo. Acho que a moral da história - e do post - era dizer que a raiz do equívoco reside precisamente onde a conversa fica de lado e cede o lugar ao tacape. Ele pode ter várias nuances, como quando se busca forjar deliberadamente um equívoco onde não haveria nenhum&#8230;<br />
:p</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Ricardo Cabral</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2491</link>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 15:32:28 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/04/16/o-argumento-do-tacape/#comment-2491</guid>
					<description>Sempre que penso em debates, discussões e assemelhados, lembro de uma reflexão atribuída a Carl Rogers (nunca me dei ao trabalho de conferir se era dele, mas gosto dela mesmo assim):

Segundo Rogers, para garantir que haja diálogo, seria necessário o seguinte: 
1) o primeiro diz. 
2) antes de responder ao que o primeiro disse (não importa se para discordar ou concordar), o segundo deve repetir, &lt;b&gt;com as suas próprias palavras&lt;/b&gt;, aquilo que o primeiro afirmou. Só &lt;b&gt;depois&lt;/b&gt; que o primeiro concordasse ter sido esse o teor do seu discurso, o  segundo poderia fazer as suas considerações.

Claro que, na prática, com essa &quot;técnica&quot; qualquer conversa cotidiana se tornaria insuportável, mas o princípio guarda muita sabedoria, não?

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Pior que ouvi uma piada bem parecida de um professor meu. Ele dizia algo como &quot;Certa vez um paciente foi ao Carl Rogers e disse: 'estou pensando em me suicidar'; no que Rogers responde 'É, você está pensando em se suicidar'&quot;. Ao dizer isso, o professor sempre se rachava de rir, rssss&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Sempre que penso em debates, discussões e assemelhados, lembro de uma reflexão atribuída a Carl Rogers (nunca me dei ao trabalho de conferir se era dele, mas gosto dela mesmo assim):</p>
	<p>Segundo Rogers, para garantir que haja diálogo, seria necessário o seguinte:<br />
1) o primeiro diz.<br />
2) antes de responder ao que o primeiro disse (não importa se para discordar ou concordar), o segundo deve repetir, <b>com as suas próprias palavras</b>, aquilo que o primeiro afirmou. Só <b>depois</b> que o primeiro concordasse ter sido esse o teor do seu discurso, o  segundo poderia fazer as suas considerações.</p>
	<p>Claro que, na prática, com essa &#8220;técnica&#8221; qualquer conversa cotidiana se tornaria insuportável, mas o princípio guarda muita sabedoria, não?</p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Pior que ouvi uma piada bem parecida de um professor meu. Ele dizia algo como &#8220;Certa vez um paciente foi ao Carl Rogers e disse: &#8216;estou pensando em me suicidar&#8217;; no que Rogers responde &#8216;É, você está pensando em se suicidar&#8217;&#8221;. Ao dizer isso, o professor sempre se rachava de rir, rssss</em>
</p>
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