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	<title>Comments on: Ensaio sobre a Cegueira, de Fernando Meirelles</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2008/09/22/ensaio-sobre-a-cegueira-de-fernando-meirelles/</link>
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	<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 17:50:44 +0000</pubDate>
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		<title>by: Thomás</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/09/22/ensaio-sobre-a-cegueira-de-fernando-meirelles/#comment-2800</link>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 16:21:46 +0100</pubDate>
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					<description>O livro é ótimo, o primeiro q li, anos atrás, do Saramago. Assisti ao filme semana passada e acho q é uma obra a parte, bom tbm, arte tbm, e traz reflexões tbm. O Saramago assistiu e ao final, emocionado, agradeceu ao diretor... tem o vídeo disso no youtube. </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>O livro é ótimo, o primeiro q li, anos atrás, do Saramago. Assisti ao filme semana passada e acho q é uma obra a parte, bom tbm, arte tbm, e traz reflexões tbm. O Saramago assistiu e ao final, emocionado, agradeceu ao diretor&#8230; tem o vídeo disso no youtube.
</p>
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		<title>by: joêzer</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/09/22/ensaio-sobre-a-cegueira-de-fernando-meirelles/#comment-2799</link>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 01:49:25 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/09/22/ensaio-sobre-a-cegueira-de-fernando-meirelles/#comment-2799</guid>
					<description>alguns dos críticos e intelectuais já viram tanto e de tudo, organizam suas listas do que merece ou não virar antologia, escolhem que enquadramento funcionaria melhor, que às vezes esquecem que eles não são o alvo da produção do filme.

daí, quantos de nós não chamamos, sem o mencionar, de gosto 'middle-brow' a história elementar, de redundante a metáfora óbvia e de cansativa e publicitária o estilo da fotografia.
há falhas em ensaio...? sim, as que importam para nós e não para uma boa parte do público tachado de inculto.
mas esse tal público vai gostar/não gostar do filme sem precisar da referência dos arquivos do saramago, sem relacionar cidade de deus com este. se meirelles tem uma visão simples do mundo e procura equilibrar criação com comunicação para um público mais amplo, os críticos o chamamos de calculista.
eles/nós viram/vimos demais e precisamos enxergar algo além do que chamamos de obviedades? talvez sim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>alguns dos críticos e intelectuais já viram tanto e de tudo, organizam suas listas do que merece ou não virar antologia, escolhem que enquadramento funcionaria melhor, que às vezes esquecem que eles não são o alvo da produção do filme.</p>
	<p>daí, quantos de nós não chamamos, sem o mencionar, de gosto &#8216;middle-brow&#8217; a história elementar, de redundante a metáfora óbvia e de cansativa e publicitária o estilo da fotografia.<br />
há falhas em ensaio&#8230;? sim, as que importam para nós e não para uma boa parte do público tachado de inculto.<br />
mas esse tal público vai gostar/não gostar do filme sem precisar da referência dos arquivos do saramago, sem relacionar cidade de deus com este. se meirelles tem uma visão simples do mundo e procura equilibrar criação com comunicação para um público mais amplo, os críticos o chamamos de calculista.<br />
eles/nós viram/vimos demais e precisamos enxergar algo além do que chamamos de obviedades? talvez sim.
</p>
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		<title>by: Fred Matos</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/09/22/ensaio-sobre-a-cegueira-de-fernando-meirelles/#comment-2795</link>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 19:14:34 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/09/22/ensaio-sobre-a-cegueira-de-fernando-meirelles/#comment-2795</guid>
					<description>Fez-me lembrar a música “Um Índio” de Caetano Veloso:

“E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio”

Grande abraço.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Fez-me lembrar a música “Um Índio” de Caetano Veloso:</p>
	<p>“E aquilo que nesse momento se revelará aos povos<br />
Surpreenderá a todos, não por ser exótico<br />
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto<br />
Quando terá sido o óbvio”</p>
	<p>Grande abraço.
</p>
]]></content:encoded>
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