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	<title>Comments on: Brasil, Eloá, ônibus 174</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/</link>
	<description></description>
	<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 02:50:43 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: Alba</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2858</link>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 22:52:45 +0000</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2858</guid>
					<description>Catatau, por enquanto aí vai o link. Depois volto para discutir os pontos que você levantou, viu? :-)

http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup125893,0.htm
&lt;em&gt;
&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Muito interessante, bem na linha da questão &quot;republicana&quot; e do que viemos discutindo! 

&quot;As sociedades lincham quando a estrutura do Estado é débil. (...) As pessoas que tentaram linchar o rapaz acreditavam que não haveria justiça, já que a pena seria mais leve por conta da atenuante. (...)&quot;&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Catatau, por enquanto aí vai o link. Depois volto para discutir os pontos que você levantou, viu? <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
	<p><a href='http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup125893,0.htm' rel='nofollow'>http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup125893,0.htm</a><br />
<em><br />
<strong>RE:</strong> Muito interessante, bem na linha da questão &#8220;republicana&#8221; e do que viemos discutindo! </p>
	<p>&#8220;As sociedades lincham quando a estrutura do Estado é débil. (&#8230;) As pessoas que tentaram linchar o rapaz acreditavam que não haveria justiça, já que a pena seria mais leve por conta da atenuante. (&#8230;)&#8221;</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Alba</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2857</link>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 17:56:20 +0000</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2857</guid>
					<description>Catatau,

Acho que vou fugir um tanto ao teor do meu próprio comentário, já que as mobilizações históricas no Brasil, como no caso do suicídio de Vargas, do assassinato de João Pessoa, e outros mais, aconteceram em momentos diferentes e sem a interveniência tão acachapante da mídia irresponsável e sequiosa de audiência.

Temos um histórico mais ou menos impressionante, ao menos pra mim, de mobilizações populares causadas pela comoção. Não sei bem se isso seria uma característica apenas do Brasil, mas ao ler sobre os linchamentos aqui, muito mais frequentes do que se imagina - por exemplo, nas periferias das grandes cidades, a sensação que fica é de que as pessoas se deixam mobilizar com uma facilidade absurda. Quem tem estudos sobre isso é o José de Souza Martins, que já escreveu a respeito no Aliás do Estadão. Vou procurar o link para postar mais tarde. 

De uma forma pra lá de canhestra, vou tentar amarrar alguns desses pontos: é claro que faltam Estado, educação, e tantas outras coisas! Por outro lado, sobram e estão sempre nas paradas, o consumismo narcisista, o culto às celebridades, não que esta seja uma observação original, pelamordezeus! ;-)

Mas há mesmo, da forma como entendo e que você mesmo realça no post, ao mencionar o caso João Hélio, uma reação popular imediata e violenta de repúdio, calcada ou não no moralismo que é muito próprio a essas manifestações. Como se manifestar-se já indicasse a superioridade moral de quem o faz. 

Sem dúvida, a Camila trouxe mais elementos à discussão. E eu diria ainda, que poderíamos falar um tantinho das relações homem X mulher e de policiais que não desarmaram Lindemberg porque se tratava de &quot;um caso de amor&quot;

Clichê ou não (sim, você está muito certo, obrigada!), penso que somos, sim, muito sentimentais. Fico questionando mesmo é o quanto desenvolvemos valores realmente republicanos. :-((

Abraço 

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Esperamos pelo link!
Então, vc mencionou duas coisas: a emotividade, as reações imediatas de repúdio, um certo machismo incipiente, o moralismo pretensamente auto-isento e... os valores republicanos. 
Será que tudo isso não está na nossa cara, quando vemos um caso como o último? Caso pensássemos em &quot;valores republicanos&quot;, em uma espécie de garantia das instituições, não teríamos um resultado muito interessante? O texto tentou chamar de &quot;impessoal&quot; o que seria uma atitude policial, segundo a prescrição dos próprios policiais. E o que tivemos? O resultado é muito interessante.
E algo tão interessante quanto, nisso tudo - e aí veríamos onde chega o &quot;republicanismo&quot; -, seria notar quando as reações mais se exaltam, e quando a emotividade desponta: na partida de futebol, e no crime passional. Não teríamos aí uma ponte com os dados históricos que você mencionou? A mídia como expressão e reforço de certos padrões sociais, existentes antes da popularização da própria mídia, e assim por diante?&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Catatau,</p>
	<p>Acho que vou fugir um tanto ao teor do meu próprio comentário, já que as mobilizações históricas no Brasil, como no caso do suicídio de Vargas, do assassinato de João Pessoa, e outros mais, aconteceram em momentos diferentes e sem a interveniência tão acachapante da mídia irresponsável e sequiosa de audiência.</p>
	<p>Temos um histórico mais ou menos impressionante, ao menos pra mim, de mobilizações populares causadas pela comoção. Não sei bem se isso seria uma característica apenas do Brasil, mas ao ler sobre os linchamentos aqui, muito mais frequentes do que se imagina - por exemplo, nas periferias das grandes cidades, a sensação que fica é de que as pessoas se deixam mobilizar com uma facilidade absurda. Quem tem estudos sobre isso é o José de Souza Martins, que já escreveu a respeito no Aliás do Estadão. Vou procurar o link para postar mais tarde. </p>
	<p>De uma forma pra lá de canhestra, vou tentar amarrar alguns desses pontos: é claro que faltam Estado, educação, e tantas outras coisas! Por outro lado, sobram e estão sempre nas paradas, o consumismo narcisista, o culto às celebridades, não que esta seja uma observação original, pelamordezeus! <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
	<p>Mas há mesmo, da forma como entendo e que você mesmo realça no post, ao mencionar o caso João Hélio, uma reação popular imediata e violenta de repúdio, calcada ou não no moralismo que é muito próprio a essas manifestações. Como se manifestar-se já indicasse a superioridade moral de quem o faz. </p>
	<p>Sem dúvida, a Camila trouxe mais elementos à discussão. E eu diria ainda, que poderíamos falar um tantinho das relações homem X mulher e de policiais que não desarmaram Lindemberg porque se tratava de &#8220;um caso de amor&#8221;</p>
	<p>Clichê ou não (sim, você está muito certo, obrigada!), penso que somos, sim, muito sentimentais. Fico questionando mesmo é o quanto desenvolvemos valores realmente republicanos. <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> (</p>
	<p>Abraço </p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Esperamos pelo link!<br />
Então, vc mencionou duas coisas: a emotividade, as reações imediatas de repúdio, um certo machismo incipiente, o moralismo pretensamente auto-isento e&#8230; os valores republicanos.<br />
Será que tudo isso não está na nossa cara, quando vemos um caso como o último? Caso pensássemos em &#8220;valores republicanos&#8221;, em uma espécie de garantia das instituições, não teríamos um resultado muito interessante? O texto tentou chamar de &#8220;impessoal&#8221; o que seria uma atitude policial, segundo a prescrição dos próprios policiais. E o que tivemos? O resultado é muito interessante.<br />
E algo tão interessante quanto, nisso tudo - e aí veríamos onde chega o &#8220;republicanismo&#8221; -, seria notar quando as reações mais se exaltam, e quando a emotividade desponta: na partida de futebol, e no crime passional. Não teríamos aí uma ponte com os dados históricos que você mencionou? A mídia como expressão e reforço de certos padrões sociais, existentes antes da popularização da própria mídia, e assim por diante?</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Camila</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2856</link>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 20:08:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2856</guid>
					<description>Estou impressionadíssima. Nunca havia pensado no que você afirma na conclusão do texto, e sua argumentação me convenceu plenamente. Mas já pensei sim, e muito, na dificuldade em &quot;despsicologizar&quot; o senso comum - e poucas vezes vi esta idéia exposta de maneira tão pertinente. É isso mesmo: qualquer tentativa de ampliar o debate para o âmbito social leva a reações como &quot;mas então você está dizendo que o bandido é vítima?&quot; - ou, o que também é muito comum, &quot;a-ha, então você é dos direitos humanos que só quer saber dos direitos dos assassinos&quot;. Já ouvi muito essas duas categorias de resposta, pois na condição de &quot;especialista&quot; (sou psicóloga), inúmeras vezes fui convidada a analisar os recônditos mentais da celebridade-criminosa (ou seria criminoso-celebridade? either way) do momento. Parabéns pelo post essencial.
&lt;em&gt;
&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; É interessante vc ter chamado a atenção sobre o fim do texto, especialmente pq, sobre outros conteúdos, existe uma espécie de forma de análise coincidente entre o que ocorre por aqui, e o que ocorre lá na gringolândia. Em uma das últimas chacinas que ocorreu por lá, dentro dos diversos perfis psicológicos, chegaram até mesmo a falar de 'possessão'. E não é que o mesmo ocorre por aqui?
Em um texto sobre a chacina de um certo Kaszmierczak, &lt;a href=&quot;http://catatau.blogsome.com/2008/02/18/da-nova-matanca-nos-eua/&quot;&gt;vinculamos um estudo muito interessante&lt;/a&gt; sobre os elementos que se correlacionam lá nas chacinas dos EUA. Dentre os elementos, grosso modo todos os traços psicológicos dos assassinos, embora recorrentes, não eram determinantes. Mas um elemento fugia aos pareceres psicológicos, e sempre se repetia: o bullying. 
Traduzindo: aqui e nos EUA as análises dos criminosos são muito parecidas, espécies de redução psicologizante do criminoso; mas, aqui e lá, talvez o que se repita efetivamente, na linha do parecer daquele profissional psi mencionado acima, são certos padrões de valores...&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Estou impressionadíssima. Nunca havia pensado no que você afirma na conclusão do texto, e sua argumentação me convenceu plenamente. Mas já pensei sim, e muito, na dificuldade em &#8220;despsicologizar&#8221; o senso comum - e poucas vezes vi esta idéia exposta de maneira tão pertinente. É isso mesmo: qualquer tentativa de ampliar o debate para o âmbito social leva a reações como &#8220;mas então você está dizendo que o bandido é vítima?&#8221; - ou, o que também é muito comum, &#8220;a-ha, então você é dos direitos humanos que só quer saber dos direitos dos assassinos&#8221;. Já ouvi muito essas duas categorias de resposta, pois na condição de &#8220;especialista&#8221; (sou psicóloga), inúmeras vezes fui convidada a analisar os recônditos mentais da celebridade-criminosa (ou seria criminoso-celebridade? either way) do momento. Parabéns pelo post essencial.<br />
<em><br />
<strong>RE:</strong> É interessante vc ter chamado a atenção sobre o fim do texto, especialmente pq, sobre outros conteúdos, existe uma espécie de forma de análise coincidente entre o que ocorre por aqui, e o que ocorre lá na gringolândia. Em uma das últimas chacinas que ocorreu por lá, dentro dos diversos perfis psicológicos, chegaram até mesmo a falar de &#8216;possessão&#8217;. E não é que o mesmo ocorre por aqui?<br />
Em um texto sobre a chacina de um certo Kaszmierczak, <a href="http://catatau.blogsome.com/2008/02/18/da-nova-matanca-nos-eua/">vinculamos um estudo muito interessante</a> sobre os elementos que se correlacionam lá nas chacinas dos EUA. Dentre os elementos, grosso modo todos os traços psicológicos dos assassinos, embora recorrentes, não eram determinantes. Mas um elemento fugia aos pareceres psicológicos, e sempre se repetia: o bullying.<br />
Traduzindo: aqui e nos EUA as análises dos criminosos são muito parecidas, espécies de redução psicologizante do criminoso; mas, aqui e lá, talvez o que se repita efetivamente, na linha do parecer daquele profissional psi mencionado acima, são certos padrões de valores&#8230;</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Alba</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2854</link>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 19:52:28 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2854</guid>
					<description>Catatau,

De fato, um excelente post! E que abre várias possibilidades de discussão, como observou o Leandro. Nos últimos tempos, não tenho tido tanto tempo para ler, quanto mais para produzir um comentário mais ou menos consistente. 

Mas, de toda forma, esses casos que causam comoção nacional, além de serem explorados obsessiva e indecentemente pela mídia em busca de audiência, tocam, me parece, em cordas sensíveis aos brasileiros em geral. Recentemente, e perdindo perdão pela comparação talvez um tanto esdrúxula, estive falando em aula, da reação popular ao suicídio de Vargas, quando multidões saíram às ruas para demonstrar seu pesar e indignação contra Lacerda e a UDN, por conta da carta-testamento.  E, claro, não escapei de repetir uma observação meio clichê: somos uma república sentimental. 

Isto se mostra muito claramente, de tempos em tempos. Mas me restringindo aos casos em  há uso político direto, como no caso do sequestro de Abílio Diniz, que ajudou a detonar a candidatura Lula, é interessante observar que o &quot;caso Eloá&quot; também serviu de combustível eleitoral tanto para o PT, como para Serra - ao menos, do meu ponto de vista, ainda mais acontecendo logo depois do confronto entre as polícias em São Paulo. Todos queriam seu naquinho naquela exposição toda, némêss?

Sei que há muito mais a ser dito, envolvendo os aspaectos psicológicos, a hipocrisia, etecétera.
Certamente alguém mais dotado do que eu escreverá melhor sobre tais coisas. :=)

Abraço 

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Leandro, Arnoud, Alba, 
Obrigado pelas leituras, e especialmente pela compreensão do texto! Foi precisamente o que tentei mostrar: que o problema é complexo (Arnoud), e que seria muito interessante verificar se não é mesmo uma marca do Brasil (Alba). 
Agora, Alba, você teria mais direções sobre as indicações que fez? De fato, da maneira que você expôs, dizem diretamente respeito ao problema que tentamos discutir. Pena que eu não tenho boa formação para adentrar na história, e pescar mais e melhores exemplos. Mas quem sabe não é um bom problema para seguir adiante? O que seus alunos diriam a respeito, por onde poderíamos seguir?
Quanto aos clichês - você deve bem saber -, é interessante notar que às vezes dizem respeito a coisas demodés, repetidas demais; outras, referem-se a problemas que nunca deixam de se enunciar, e o fato de descaracterizá-los, nomeando como &quot;clichês&quot;, apenas ajuda a despotencializar críticas possíveis, e manter o problema ;)
abraços,&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Catatau,</p>
	<p>De fato, um excelente post! E que abre várias possibilidades de discussão, como observou o Leandro. Nos últimos tempos, não tenho tido tanto tempo para ler, quanto mais para produzir um comentário mais ou menos consistente. </p>
	<p>Mas, de toda forma, esses casos que causam comoção nacional, além de serem explorados obsessiva e indecentemente pela mídia em busca de audiência, tocam, me parece, em cordas sensíveis aos brasileiros em geral. Recentemente, e perdindo perdão pela comparação talvez um tanto esdrúxula, estive falando em aula, da reação popular ao suicídio de Vargas, quando multidões saíram às ruas para demonstrar seu pesar e indignação contra Lacerda e a UDN, por conta da carta-testamento.  E, claro, não escapei de repetir uma observação meio clichê: somos uma república sentimental. </p>
	<p>Isto se mostra muito claramente, de tempos em tempos. Mas me restringindo aos casos em  há uso político direto, como no caso do sequestro de Abílio Diniz, que ajudou a detonar a candidatura Lula, é interessante observar que o &#8220;caso Eloá&#8221; também serviu de combustível eleitoral tanto para o PT, como para Serra - ao menos, do meu ponto de vista, ainda mais acontecendo logo depois do confronto entre as polícias em São Paulo. Todos queriam seu naquinho naquela exposição toda, némêss?</p>
	<p>Sei que há muito mais a ser dito, envolvendo os aspaectos psicológicos, a hipocrisia, etecétera.<br />
Certamente alguém mais dotado do que eu escreverá melhor sobre tais coisas. :=)</p>
	<p>Abraço </p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Leandro, Arnoud, Alba,<br />
Obrigado pelas leituras, e especialmente pela compreensão do texto! Foi precisamente o que tentei mostrar: que o problema é complexo (Arnoud), e que seria muito interessante verificar se não é mesmo uma marca do Brasil (Alba).<br />
Agora, Alba, você teria mais direções sobre as indicações que fez? De fato, da maneira que você expôs, dizem diretamente respeito ao problema que tentamos discutir. Pena que eu não tenho boa formação para adentrar na história, e pescar mais e melhores exemplos. Mas quem sabe não é um bom problema para seguir adiante? O que seus alunos diriam a respeito, por onde poderíamos seguir?<br />
Quanto aos clichês - você deve bem saber -, é interessante notar que às vezes dizem respeito a coisas demodés, repetidas demais; outras, referem-se a problemas que nunca deixam de se enunciar, e o fato de descaracterizá-los, nomeando como &#8220;clichês&#8221;, apenas ajuda a despotencializar críticas possíveis, e manter o problema <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
abraços,</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Arnoud</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2853</link>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 19:10:58 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2853</guid>
					<description>MUito bom o seu post!

Sem apontar nenhuma solução facil, analisa de forma lúcida todo o caso.

No fundo só retrata nossa sociedade. Nada de estudo, nada de planejamento, treino, etc. É tudo na emoção de parte a parte.

O Padre Voador é o simbolo máximo do Brasil.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>MUito bom o seu post!</p>
	<p>Sem apontar nenhuma solução facil, analisa de forma lúcida todo o caso.</p>
	<p>No fundo só retrata nossa sociedade. Nada de estudo, nada de planejamento, treino, etc. É tudo na emoção de parte a parte.</p>
	<p>O Padre Voador é o simbolo máximo do Brasil.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Cássio Augusto</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2851</link>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 11:42:34 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2851</guid>
					<description>Preferi não fazer um post sobre o caso Eloá, até pq, &quot;não existe caso Eloá&quot;!!! O que existe sim é uma flagrante busca por audiência... a TV torcendo pela tragédia... torcendo para mostrar em cadeia nacional o sangue, a morte!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Preferi não fazer um post sobre o caso Eloá, até pq, &#8220;não existe caso Eloá&#8221;!!! O que existe sim é uma flagrante busca por audiência&#8230; a TV torcendo pela tragédia&#8230; torcendo para mostrar em cadeia nacional o sangue, a morte!!!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Leandro K.</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2850</link>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 01:11:31 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2008/10/21/brasil-eloa-onibus-174/#comment-2850</guid>
					<description>Ótimo post!

Muitas questões e desdobramentos.

Vou salientar apenas um: o efeito, melhor dizendo, a intervenção da mídia (voluntária ou não) no desenrolar e desdobramento do caso. O acesso que alguns jornalistas tinham ao seqüestrador e o uso que fizeram desse acesso é de se ficar perplexo! O espetáculo do terror em formato de reality show...

E, lembrando o número de mães que começaram a jogar seus filhos pela janela depois dos Nardony, é de se esperar mais alguns seqüestros de jovens apaixonados por aí.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Ótimo post!</p>
	<p>Muitas questões e desdobramentos.</p>
	<p>Vou salientar apenas um: o efeito, melhor dizendo, a intervenção da mídia (voluntária ou não) no desenrolar e desdobramento do caso. O acesso que alguns jornalistas tinham ao seqüestrador e o uso que fizeram desse acesso é de se ficar perplexo! O espetáculo do terror em formato de reality show&#8230;</p>
	<p>E, lembrando o número de mães que começaram a jogar seus filhos pela janela depois dos Nardony, é de se esperar mais alguns seqüestros de jovens apaixonados por aí.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
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