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	<title>Comments on: Lacônico e loquaz</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/</link>
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	<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 05:58:57 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: Alba</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3165</link>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 15:18:35 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3165</guid>
					<description>Pois é, Catatau,

NADA em Educação funciona a curto prazo. Tudo requer ajustes, novas abordagens, até o uso de novas tecnologias que, necessariamente, devem estar atreladas a conteúdo e não soltas, só pra mostrar como a escola é muderninha.Por outro lado, o Vestibular formata o conteúdo do Ensino Médio, circunstância que leva, por exemplo, as empresas que produzem material didático, principalmente apostilado, a publicar textos E exercícios num grau de sofisticação de linguagem que o estudante simplesmente não consegue digerir  e, às vezes, os professores mal-formados também não. Donde a decorebice que ainda reina, sobranceira, sobre a compreensão. Do outro jeito dá trabalho, exige tempo, os pais exigem que as danadas das apostilas sejam cumpridas no prazo estipulado, melecas mil.

Por mim, simplesmente pulo o excesso de ridículo e já comuniquei o autor do referido material, anos atrás.

Imagine que numa turma de 5a. série, crianças de 10, 11 anos, pretendia-se que os coitadinhos respondessem uma questão, se não me engano, da Unicamp, que era mais ou menos assim: &quot;Com a queda do Muro de Berlim, torna-se cada vez mais evidente o acirramento de conflitos entre Wessies e Ossies, em virtude entre outras coisas, da falência das ideologias. Explique o porque deste acirramento. Pode? :-)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Pois é, Catatau,</p>
	<p>NADA em Educação funciona a curto prazo. Tudo requer ajustes, novas abordagens, até o uso de novas tecnologias que, necessariamente, devem estar atreladas a conteúdo e não soltas, só pra mostrar como a escola é muderninha.Por outro lado, o Vestibular formata o conteúdo do Ensino Médio, circunstância que leva, por exemplo, as empresas que produzem material didático, principalmente apostilado, a publicar textos E exercícios num grau de sofisticação de linguagem que o estudante simplesmente não consegue digerir  e, às vezes, os professores mal-formados também não. Donde a decorebice que ainda reina, sobranceira, sobre a compreensão. Do outro jeito dá trabalho, exige tempo, os pais exigem que as danadas das apostilas sejam cumpridas no prazo estipulado, melecas mil.</p>
	<p>Por mim, simplesmente pulo o excesso de ridículo e já comuniquei o autor do referido material, anos atrás.</p>
	<p>Imagine que numa turma de 5a. série, crianças de 10, 11 anos, pretendia-se que os coitadinhos respondessem uma questão, se não me engano, da Unicamp, que era mais ou menos assim: &#8220;Com a queda do Muro de Berlim, torna-se cada vez mais evidente o acirramento de conflitos entre Wessies e Ossies, em virtude entre outras coisas, da falência das ideologias. Explique o porque deste acirramento. Pode? <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: Alba</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3164</link>
		<pubDate>Fri, 08 May 2009 19:39:58 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3164</guid>
					<description>Catatau,

Desculpe o atraso na resposta, que talvez fique &quot;pendurada&quot;.

De toda forma, lá vai: acho, mas é só chute, que as mudanças nos vestibulares tem a ver com os melancólicos desempenhos no ensino fundamental e médio, na maioria dos estados, incluindo São Paulo com destaque. 

Isso, é claro, se se está falando de instituições sérias, porque as não sérias simplesmente nem fazem mais vestibular. Fazem lá um &quot;processo seletivo&quot; chumbrega em que literalmente TODO mundo passa.

E quando o governo federal fala em adequar os vestibulares ao Enem, acho salutar, porque pode ajudar a quebrar a veneranda prática da decoreba, em que o indivíduo decora um certo conteúdo, faz a prova e 5 minutos depois não sabe mais do que se trata. :-(

Salve,Ricardo Cabral! Bom te ler, viu?

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Pois é, mas o problema disso é que no fim das contas para acabar com a prática decoreba deveríamos pressupor um conjunto de circunstâncias que torne a decorebice desnecessária, não é mesmo? Em outras palavras, superar o problema sem ficar na alternativa decoreba, e ao mesmo tempo não ir ao outro lado, uma espécie de avaliação solta, sem muita definição. O ruim é que as alterações dos últimos 8, 9, 10(?) anos tem precisamente esse cheiro, de avaliações que não dão efetivamente certo. 

Falando nas instituições &quot;sem vestibular&quot;, conheço várias que pedem para avaliação apenas uma redação em determinada língua: &quot;os alunos devem fazer uma redação em língua portuguesa&quot;, desse jeito mesmo, salientando os &quot;termos&quot;, rssss&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Catatau,</p>
	<p>Desculpe o atraso na resposta, que talvez fique &#8220;pendurada&#8221;.</p>
	<p>De toda forma, lá vai: acho, mas é só chute, que as mudanças nos vestibulares tem a ver com os melancólicos desempenhos no ensino fundamental e médio, na maioria dos estados, incluindo São Paulo com destaque. </p>
	<p>Isso, é claro, se se está falando de instituições sérias, porque as não sérias simplesmente nem fazem mais vestibular. Fazem lá um &#8220;processo seletivo&#8221; chumbrega em que literalmente TODO mundo passa.</p>
	<p>E quando o governo federal fala em adequar os vestibulares ao Enem, acho salutar, porque pode ajudar a quebrar a veneranda prática da decoreba, em que o indivíduo decora um certo conteúdo, faz a prova e 5 minutos depois não sabe mais do que se trata. <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
	<p>Salve,Ricardo Cabral! Bom te ler, viu?</p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Pois é, mas o problema disso é que no fim das contas para acabar com a prática decoreba deveríamos pressupor um conjunto de circunstâncias que torne a decorebice desnecessária, não é mesmo? Em outras palavras, superar o problema sem ficar na alternativa decoreba, e ao mesmo tempo não ir ao outro lado, uma espécie de avaliação solta, sem muita definição. O ruim é que as alterações dos últimos 8, 9, 10(?) anos tem precisamente esse cheiro, de avaliações que não dão efetivamente certo. </p>
	<p>Falando nas instituições &#8220;sem vestibular&#8221;, conheço várias que pedem para avaliação apenas uma redação em determinada língua: &#8220;os alunos devem fazer uma redação em língua portuguesa&#8221;, desse jeito mesmo, salientando os &#8220;termos&#8221;, rssss</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Ricardo Cabral</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3160</link>
		<pubDate>Wed, 06 May 2009 13:13:06 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3160</guid>
					<description>Catatau, obrigado pela menção ao post! 
Mas voltando ao teu raciocínio, creio que o problema que vc aponta — a pobreza do twitter frente a outras ferramentas — é que ele virou um fim, não um meio. E se existe gente usando-o criativamente, a maioria provavelmente o utilizará da maneira &quot;esperada&quot;, i.e., falando quase sempre sobre si mesmas... E cá entre nós, ninguém é tão interessante assim 24 horas por dia, não?
&lt;em&gt;
&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Esse é o ponto, Ricardo! E você parece ter formulado melhor que eu. Se o twitter é muito mais fim do que meio, resolvemos o problema, e a resposta é aquela mesma, de nosso &quot;embrutecimento&quot;. 
E curioso que teu último comentário foi feito ao mesmo tempo em que acrescentei teu link, rsss&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Catatau, obrigado pela menção ao post!<br />
Mas voltando ao teu raciocínio, creio que o problema que vc aponta — a pobreza do twitter frente a outras ferramentas — é que ele virou um fim, não um meio. E se existe gente usando-o criativamente, a maioria provavelmente o utilizará da maneira &#8220;esperada&#8221;, i.e., falando quase sempre sobre si mesmas&#8230; E cá entre nós, ninguém é tão interessante assim 24 horas por dia, não?<br />
<em><br />
<strong>RE:</strong> Esse é o ponto, Ricardo! E você parece ter formulado melhor que eu. Se o twitter é muito mais fim do que meio, resolvemos o problema, e a resposta é aquela mesma, de nosso &#8220;embrutecimento&#8221;.<br />
E curioso que teu último comentário foi feito ao mesmo tempo em que acrescentei teu link, rsss</em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Alba</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3159</link>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 23:42:09 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3159</guid>
					<description>Ainda sou uma jurássica não conectada ao twitter, embora reconheça o potencial da tal rede, principalmente depois que li aquele post muito bom, engraçado e que fala por si só, do Almirante. Talvez não esteja conectada por medo, como diz o André Egg, de me perder ainda mais, na navegação, porque parece que o troço é viciante e exige tempo.

Por outro lado, estou com o Rodrigo Cássio quando levanta a necessidade de exigirmos MAIS e não menos dos nossos alunos, cujo vocabulário, por si só, já é muito fraturado, o que talvez explique o sucesso da própria rede.

Mas acho que é possível pensar em formas criativas de usar esse tipo de instrumento.

Recentemente, ao conversar com um amigo sobre a proposta de mudança nos vestibulares, pelo governo federal, para que se tornem mais parecidos ao Enem, escrevi o seguinte: 
Agora, em princípio, não sou contra os vestibulares serem substituídos por uma prova estilo Enem. Vejo todos os dias, há anos, bons estudantes, dedicados, encontrarem dificuldade em entender a rebuscada linguagem acadêmica, mesmo quando a pergunta tem uma resposta óbvia e que eles conhecem! É frustrante ver a frustração desses meninos quando se explica o que estava sendo pedido e eles respondem: &quot;mas era só isso? Eu sabia!&quot;. Não é uma meleca ?

Abraço

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Aproveitando o assunto, Alba, não é estranha essa moda das universidades alterarem a avaliação a cada ano? &lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Ainda sou uma jurássica não conectada ao twitter, embora reconheça o potencial da tal rede, principalmente depois que li aquele post muito bom, engraçado e que fala por si só, do Almirante. Talvez não esteja conectada por medo, como diz o André Egg, de me perder ainda mais, na navegação, porque parece que o troço é viciante e exige tempo.</p>
	<p>Por outro lado, estou com o Rodrigo Cássio quando levanta a necessidade de exigirmos MAIS e não menos dos nossos alunos, cujo vocabulário, por si só, já é muito fraturado, o que talvez explique o sucesso da própria rede.</p>
	<p>Mas acho que é possível pensar em formas criativas de usar esse tipo de instrumento.</p>
	<p>Recentemente, ao conversar com um amigo sobre a proposta de mudança nos vestibulares, pelo governo federal, para que se tornem mais parecidos ao Enem, escrevi o seguinte:<br />
Agora, em princípio, não sou contra os vestibulares serem substituídos por uma prova estilo Enem. Vejo todos os dias, há anos, bons estudantes, dedicados, encontrarem dificuldade em entender a rebuscada linguagem acadêmica, mesmo quando a pergunta tem uma resposta óbvia e que eles conhecem! É frustrante ver a frustração desses meninos quando se explica o que estava sendo pedido e eles respondem: &#8220;mas era só isso? Eu sabia!&#8221;. Não é uma meleca ?</p>
	<p>Abraço</p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Aproveitando o assunto, Alba, não é estranha essa moda das universidades alterarem a avaliação a cada ano? </em>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Catatau</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3158</link>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 19:31:35 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3158</guid>
					<description>Pois então, 

O que parece interessante não é apenas a proliferação das mensagens breves, para isso basta ter um blogue e escrever pouco. O curioso é o nascimento desse instrumento que deliberadamente é curto. E daí a pergunta: &lt;b&gt;pq o twitter, e não outro?&lt;/b&gt;

Não sei se vale o argumento &quot;Pq todos usam&quot;: o twitter, como qquer plataforma, pode ser usado como hipertexto. Um quadro negro pode ser hipertextual, na medida em que agencia contato entre as pessoas. 

Mas há outra característica do hipertexto: o fato de ser multi-meio. E daí provém a pergunta novamente: Pq o twitter, dado que é uma máquina com mais restrições que as outras? 

&quot;Pq o twitter é mais fácil, propicia fluidez na comunicação&quot;, talvez se responda. Mas posts como &lt;a href=&quot;http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2009/05/05/ferramentas_para_tirar_o_maximo_do_twitt/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;esse&lt;/a&gt; já mostram que o uso não é tão evidente assim, torna-se trabalhoso tirar &quot;mais&quot; do twitter. 

Assim a pergunta se torna: &lt;b&gt;&quot;pq o twitter, um instrumento que convida as pessoas a dizer 'o que fazem', dado que não oferece tantos MEIOS quanto os outros, e talvez ofereça as mesmas possibilidades de ACESSO que os outros instrumentos de net 2.0, mas é mais popular?&quot;&lt;/b&gt; 

Enfim, é óbvio que esse não é um post contra o twitter ou os quadros negros, é um post a favor do hipertexto. Mas pq não outro? ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Pois então, </p>
	<p>O que parece interessante não é apenas a proliferação das mensagens breves, para isso basta ter um blogue e escrever pouco. O curioso é o nascimento desse instrumento que deliberadamente é curto. E daí a pergunta: <b>pq o twitter, e não outro?</b></p>
	<p>Não sei se vale o argumento &#8220;Pq todos usam&#8221;: o twitter, como qquer plataforma, pode ser usado como hipertexto. Um quadro negro pode ser hipertextual, na medida em que agencia contato entre as pessoas. </p>
	<p>Mas há outra característica do hipertexto: o fato de ser multi-meio. E daí provém a pergunta novamente: Pq o twitter, dado que é uma máquina com mais restrições que as outras? </p>
	<p>&#8220;Pq o twitter é mais fácil, propicia fluidez na comunicação&#8221;, talvez se responda. Mas posts como <a href="http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2009/05/05/ferramentas_para_tirar_o_maximo_do_twitt/" rel="nofollow">esse</a> já mostram que o uso não é tão evidente assim, torna-se trabalhoso tirar &#8220;mais&#8221; do twitter. </p>
	<p>Assim a pergunta se torna: <b>&#8220;pq o twitter, um instrumento que convida as pessoas a dizer &#8216;o que fazem&#8217;, dado que não oferece tantos MEIOS quanto os outros, e talvez ofereça as mesmas possibilidades de ACESSO que os outros instrumentos de net 2.0, mas é mais popular?&#8221;</b> </p>
	<p>Enfim, é óbvio que esse não é um post contra o twitter ou os quadros negros, é um post a favor do hipertexto. Mas pq não outro? <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Ricardo Cabral</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3157</link>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 18:22:12 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3157</guid>
					<description>O problema desse meio, Catatau, é que em tempos de paz e sem uma bandeira mais específica, mesmo que ele pareça &quot;economia de tempo&quot; associada a objetividade, não só toma um tempo danado, como tb superlota a circulação ao redor dos umbigos...

Tentei refletir um pouco sobre o assunto por ocasião daquele post onde cito o Camus (http://agora.opsblog.org/2009/04/colcha-de-pensamentos-retalhos-numa-terca-a-tarde), e ampliei para o tema da técnica dois posts adiante (&quot;Propagandas pela metade, equívocos inteiros e… a técnica, de que somos reféns&quot;). Tudo muito desestruturado e inconsistente, colcha de retalhos mesmo, mas de alguma forma dialoga com o que vc expôs aqui.
Ah, para não variar, em nenhum dos dois dei conta de ser lacônico... :-P

Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>O problema desse meio, Catatau, é que em tempos de paz e sem uma bandeira mais específica, mesmo que ele pareça &#8220;economia de tempo&#8221; associada a objetividade, não só toma um tempo danado, como tb superlota a circulação ao redor dos umbigos&#8230;</p>
	<p>Tentei refletir um pouco sobre o assunto por ocasião daquele post onde cito o Camus (http://agora.opsblog.org/2009/04/colcha-de-pensamentos-retalhos-numa-terca-a-tarde), e ampliei para o tema da técnica dois posts adiante (&#8221;Propagandas pela metade, equívocos inteiros e… a técnica, de que somos reféns&#8221;). Tudo muito desestruturado e inconsistente, colcha de retalhos mesmo, mas de alguma forma dialoga com o que vc expôs aqui.<br />
Ah, para não variar, em nenhum dos dois dei conta de ser lacônico&#8230; <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
	<p>Abs
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Rodrigo Cássio</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3155</link>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 15:04:42 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3155</guid>
					<description>Eu não acredito no Twitter como ferramenta pedagógica. Ou melhor: eu não acredito nos discursos que festejam toda nova tecnologia pelo &quot;potencial pedagógico&quot; que lhes acompanha. 

Educação, para mim, se faz com crítica. E crítica se faz com pensamento, o que exige atenção e aplicação. Não vejo nada disso na simplificação da linguagem nem na demanda pela constância da &quot;vida on line&quot;, estes itens que caracterizam o Twitter, assim como o Orkut e seus derivados. 

Logo, concordo em parte com o Catatau que o Twitter se trata de um &quot;meio&quot;, e que, como tal, pode ser usado de muitas formas. Mas não podemos esquecer de McLuhan, que tinha lá alguma razão ao dizer que os meios são as mensagens. 

Educação pelo Twitter? A um espírito inquieto, isso deve soar como um alarme: o nosso futuro será cada vez mais rápido, minimalista e, portanto, avesso à aquisição de cultura. 

Pois adquirir cultura não é algo que pode ser consumido como o são as redes de relacionamento, e como o são todas as mídias de entretenimento. Também não é algo que pode ser feito em poucas palavras. Não é algo da ordem do prazer, mas do desprazer, da exigência, da superação.

A pior educação de hoje é feita nas instituições particulares que prometem o menor esforço e o menor tempo de aula. &quot;Aprender brincando&quot;. A situação é terrível. Por isso, tenho muitas ressalvas quanto à maneira como as tecnologias penetram nas salas de aula. 

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Eu não acredito no Twitter como ferramenta pedagógica. Ou melhor: eu não acredito nos discursos que festejam toda nova tecnologia pelo &#8220;potencial pedagógico&#8221; que lhes acompanha. </p>
	<p>Educação, para mim, se faz com crítica. E crítica se faz com pensamento, o que exige atenção e aplicação. Não vejo nada disso na simplificação da linguagem nem na demanda pela constância da &#8220;vida on line&#8221;, estes itens que caracterizam o Twitter, assim como o Orkut e seus derivados. </p>
	<p>Logo, concordo em parte com o Catatau que o Twitter se trata de um &#8220;meio&#8221;, e que, como tal, pode ser usado de muitas formas. Mas não podemos esquecer de McLuhan, que tinha lá alguma razão ao dizer que os meios são as mensagens. </p>
	<p>Educação pelo Twitter? A um espírito inquieto, isso deve soar como um alarme: o nosso futuro será cada vez mais rápido, minimalista e, portanto, avesso à aquisição de cultura. </p>
	<p>Pois adquirir cultura não é algo que pode ser consumido como o são as redes de relacionamento, e como o são todas as mídias de entretenimento. Também não é algo que pode ser feito em poucas palavras. Não é algo da ordem do prazer, mas do desprazer, da exigência, da superação.</p>
	<p>A pior educação de hoje é feita nas instituições particulares que prometem o menor esforço e o menor tempo de aula. &#8220;Aprender brincando&#8221;. A situação é terrível. Por isso, tenho muitas ressalvas quanto à maneira como as tecnologias penetram nas salas de aula. </p>
	<p>Abraço!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: André Egg</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3154</link>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 01:14:07 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/05/04/laconico-e-loquaz/#comment-3154</guid>
					<description>De tanto ouvir falar nesse troço abri um perfil lá, meio pra ver no que vai dar. Aí me apareceu um amigo disposto a &quot;folowing me&quot; por lá. Quase nem dormi à noite. O que mais me aterroriza nesse troço é essa insanidade de ter que ficar cada vez mais conectado.

Xô capeta...

Por outro lado, escrever pouco pode ser muito útil. Fisga o cara. Chama a atenção dele pra alguma coisa. Os livros não vão acabar mesmo, nem as teses. Assim como o youtube não vai acabar com o longa-metragem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>De tanto ouvir falar nesse troço abri um perfil lá, meio pra ver no que vai dar. Aí me apareceu um amigo disposto a &#8220;folowing me&#8221; por lá. Quase nem dormi à noite. O que mais me aterroriza nesse troço é essa insanidade de ter que ficar cada vez mais conectado.</p>
	<p>Xô capeta&#8230;</p>
	<p>Por outro lado, escrever pouco pode ser muito útil. Fisga o cara. Chama a atenção dele pra alguma coisa. Os livros não vão acabar mesmo, nem as teses. Assim como o youtube não vai acabar com o longa-metragem.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
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