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	<title>Comments on: A Mitologia dos Instintos</title>
	<link>http://catatau.blogsome.com/2009/06/30/a-mitologia-dos-instintos/</link>
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	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 15:37:17 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: justin (não confunda!)(e </title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/06/30/a-mitologia-dos-instintos/#comment-3258</link>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 20:15:52 +0100</pubDate>
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					<description>Freud escreveu o que escreveu sabendo o que sabia sobre o cérebro: nada.
Atirava em muita coisa e às vezes acertava.
A culpa não é dele, claro, mas tá na hora de estudar Freud nas aulas de história, vocês não acham?

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Não achamos não, Justin, pelo fato de que 1) epifenomenismo cerebral nunca respondeu nada (e no século XIX ou no XXI nunca deixou de ser ingenuidade), 2) um bom neurocientista nunca seria dogmático assim, 3) Freud não era neurocientista, mas não há como encarar nenhuma disciplina &quot;psicológica&quot; do século XX sem a influência de Freud, e 4) Onde você viu o primado da neurociência no assunto abaixo?&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Freud escreveu o que escreveu sabendo o que sabia sobre o cérebro: nada.<br />
Atirava em muita coisa e às vezes acertava.<br />
A culpa não é dele, claro, mas tá na hora de estudar Freud nas aulas de história, vocês não acham?</p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Não achamos não, Justin, pelo fato de que 1) epifenomenismo cerebral nunca respondeu nada (e no século XIX ou no XXI nunca deixou de ser ingenuidade), 2) um bom neurocientista nunca seria dogmático assim, 3) Freud não era neurocientista, mas não há como encarar nenhuma disciplina &#8220;psicológica&#8221; do século XX sem a influência de Freud, e 4) Onde você viu o primado da neurociência no assunto abaixo?</em>
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>by: Diego Viana</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/06/30/a-mitologia-dos-instintos/#comment-3238</link>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 12:49:36 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/06/30/a-mitologia-dos-instintos/#comment-3238</guid>
					<description>Faz-me lembrar daquela frase de Talleyrand: cuidado com seu primeiro impulso. Normalmente, é o bom. É o impulso instintivo, moral, por assim dizer autêntico, mas perigoso porque irrefletido, bestial, e vá juntando adjetivos. 

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt; Pois é, e aí você toca em um mundaréu de questões. O Binswanger fala aquilo do Freud, mas logo depois o critica. Tudo perpassa mais ou menos o seguinte: ou Freud, com a descoberta do inconsciente, mostra um fundo comum da ignorância e finitude humanas, reatando com algumas tradições a questão do douto que assume a própria ignorância para poder seguir a vida e não viver conforme ilusões (um pouco como nas opções fornecidas por Soares); ou Freud lança mão de uma espécie de dualismo, cuja separação entre refletido e irrefletido põe o problema do impulso/animalidade, das imputações biologizantes e &quot;mecanicistas&quot;, de um lado, e o problema da liberdade e da autenticidade de outro. &lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Faz-me lembrar daquela frase de Talleyrand: cuidado com seu primeiro impulso. Normalmente, é o bom. É o impulso instintivo, moral, por assim dizer autêntico, mas perigoso porque irrefletido, bestial, e vá juntando adjetivos. </p>
	<p><em><strong>RE:</strong> Pois é, e aí você toca em um mundaréu de questões. O Binswanger fala aquilo do Freud, mas logo depois o critica. Tudo perpassa mais ou menos o seguinte: ou Freud, com a descoberta do inconsciente, mostra um fundo comum da ignorância e finitude humanas, reatando com algumas tradições a questão do douto que assume a própria ignorância para poder seguir a vida e não viver conforme ilusões (um pouco como nas opções fornecidas por Soares); ou Freud lança mão de uma espécie de dualismo, cuja separação entre refletido e irrefletido põe o problema do impulso/animalidade, das imputações biologizantes e &#8220;mecanicistas&#8221;, de um lado, e o problema da liberdade e da autenticidade de outro. </em>
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>by: Ricardo Cabral</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/06/30/a-mitologia-dos-instintos/#comment-3237</link>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 22:30:19 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/06/30/a-mitologia-dos-instintos/#comment-3237</guid>
					<description>Mais do que conhecida! :-D</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Mais do que conhecida! <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' />
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>by: Ricardo Cabral</title>
		<link>http://catatau.blogsome.com/2009/06/30/a-mitologia-dos-instintos/#comment-3236</link>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:03:01 +0100</pubDate>
		<guid>http://catatau.blogsome.com/2009/06/30/a-mitologia-dos-instintos/#comment-3236</guid>
					<description>Meu amigo, que belas pontes você levantou! Volto mais tarde, quero reler e pensar mais sobre elas, mas precisava deixar logo o registro sobre a maravilha que são esses teus recortes.

Grande abraço

P.S. Te devo um email, que dado o atraso, não conseguirá chegar aos pés quanto ao &quot;grau de fraternidade&quot; daquele que você me mandou...

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RE:&lt;/strong&gt;E a bibliografia, conhecida? ;)&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Meu amigo, que belas pontes você levantou! Volto mais tarde, quero reler e pensar mais sobre elas, mas precisava deixar logo o registro sobre a maravilha que são esses teus recortes.</p>
	<p>Grande abraço</p>
	<p>P.S. Te devo um email, que dado o atraso, não conseguirá chegar aos pés quanto ao &#8220;grau de fraternidade&#8221; daquele que você me mandou&#8230;</p>
	<p><em><strong>RE:</strong>E a bibliografia, conhecida? <img src='http://catatau.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </em>
</p>
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