De acordo com o jornal britânico The Guardian, o rei do pop foi enterrado sem o cérebro. Michael Jackson morreu no último dia 25 de parada cardíaca, supostamente ligada ao uso de medicamentos analgésicos, hipótese que será investigada por meio da autópsia de seu cérebro. Segundo os médicos, os exames poderão revelar se ele era dependente de álcool ou se sofreu alguma overdose no passado. O órgão deve estar pronto para os testes neuropatológicos dentro de duas semanas, período durante o qual passará por um processo de “endurecimento”, necessário para que o tecido perca a consistência úmida e gelatinosa que dificultam análises precisas [mente e cérebro].
Uma das notícias mais estranhas dos últimos tempos. Quer dizer que exames clínicos convencionais não são suficientes para detectar isso? Coisa mais para Mr. Burns do que para Einstein.
Ame ou odeie, Robert Fisk tem uma virtude inegável (ou um requisito mínimo?): a atenção que ele dá, como jornalista, às palavras
Clichés are poison. They seep into our language like defoliants, pesticides that reside in our imagination, slowly destroying our power to express ourselves by dehumanising language, by industrialising speech. Newspaper and television reporting are to blame. We are all guilty. So why do we insult you, reader? And why do you put up with this?
Some of this claptrap has been around for years. Catholics are always "devout", Protestants (the Northern Ireland version, at least) inevitably "staunch". Bitterly hostile antagonists are always "foes" or "arch-foes". New dictatorial laws – the new press laws in Iran, for example – are always "draconian" (poor old Draco), while secret policemen (the Gestapo, the Shah’s Savak, the Afghan Khad, the Syrian mukhabarat, the present-day Iranian Etelaat) are always "dreaded". Needless to say, the Israeli secret police – who also torture and murder – tend to be "elite" or (my favourite) "second to none". The point about all these words, of course, is that we do not use them in conversation. We never ask a Catholic if they are "devout" or describe a vexatious next-door neighbour as an "arch-foe". [texto integral]
Outra da Mente e Cérebro:
A cada sete anos uma pessoa perde e substitui cerca de metade de seus amigos, de modo que o tamanho de sua rede social permanece estável. A conclusão é de uma dissertação de mestrado defendida recentemente pelo sociólogo Gerald Mollenhorst na Universidade de Utrecht, Holanda. Em 2000, Mollenhorts coletou dados sobre o relacionamento social (não-familiar) de 1007 pessoas entre 18 e 65 anos. Sete anos depois, 604 indivíduos do grupo foram entrevistados novamente. Os resultados mostraram que o tamanho da rede de amigos não se alterou significativamente ao longo do período, mas apenas 48% de seus membros eram os mesmos. Além disso, cerca de 30% dos amigos considerados mais próximos no início do estudo ainda mantinham esse status sete anos mais tarde.
Confirmando evidências obtidas em outros estudos, os dados revelam ainda que as redes sociais não são formadas apenas com base em decisões pessoais. A “escolha” dos amigos é limitada pelas oportunidades de encontrá-los, e as pessoas geralmente fazem novas amizades em contextos nos quais outras surgiram anteriormente. Em compensação, contrariando pesquisas que sugerem que os indivíduos separam o ambiente de trabalho de outros círculos de interação social (como critério para a formação de novas relações), o autor observou que essas categorias estão quase sempre sobrepostas e que a esfera profissional é uma importante “fonte” de novas amizades, inclusive das mais longevas e com alto grau de intimidade.
Alguns dias atrás o pedaleiro divulgou um vídeo, já bastante notório, com uma perícia contratada para reconstituir o acidente com o ex-deputado Ribas Carli Filho (PSB).
A perícia foi solicitada pela família Yared, de uma das duas vítimas do acidente. Além de afirmar com dados factuais que as câmeras de segurança que flagraram o acidente foram adulteradas (o vídeo mostra isso de forma rigorosa), a perícia chegou ao resultado: o deputado seguia a aproximadamente 191Km/h.
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