O Animot e o Bruno publicaram observações sobre algo muito sério: o caráter de Dilma Rousseff. O "caráter" mesmo, em cunho "científico". Preocupada com a exploração pública que a própria Dilma faria de sua própria doença, Ruth de Aquino, uma editora de Época com tese de doutorado intitulada Ética versus a necessidade de vender ou a Tabloidização da imprensa britânica, publicou um texto sobre porque Dilma, antes sempre carrancuda, agora daria sempre "um jeito de aparecer rindo nas fotos".
Ontem Suplicy deu cartão vermelho a José Sarney:
Tendo avisado o presidente Sarney que ia discursar, venho a esta tribuna reiterar que não vejo como o senador Sarney continue na presidência enquanto não explicar satisfatoriamente todos os fatos contidos nas representações perante o Conselho de Ética. (…) O melhor passo para a saúde do Senado e do próprio Sarney é simbolizado neste cartão vermelho. Que ele deixe a presidência do Senado permitindo que o Senado volte aos seus trabalhos normais
Dia 9 de agosto o Senador José Agripino (DEM-RN) escreveu em seu twitter:
O Senado está completamente anestesiado pela crise. A licença do presidente Sarney seria um bálsamo http://migre.me/4Unl
"A partir de hoje (10), as agências bancárias de Curitiba, no Paraná, estão obrigadas, por determinação judicial, a monitorar o fluxo de pessoas, permitindo o ingresso de dez clientes a cada quatro caixas. Para agências que têm de cinco a oito caixas será permitida a entrada de 20 clientes" [uol]
- E as agências com apenas 1 ou 2 caixas?
(Créditos da foto [sem alteração]: Daniel Caron, Paraná Online)
O Maranhão não suportava mais nem queria o contraste de suas terras férteis, de seus vales úmidos, de seus babaçuais ondulantes, de suas fabulosas riquezas potenciais com a miséria, com a angústia, com a fome, com o desespero das corridas que não levam a lugar nenhum senão ao estágio do que o homem de carne e osso é o bicho de carne e osso.
O Maranhão não quer a desonestidade do governo, a corrupção nas repartições e nos espaços (públicos). O Maranhão não que a violência como instrumento da política para banir direitos os mais sagrados que são o da pessoa humana com a impunidade dos assassinos garantida pelos delegados e a liberdade garantida a penas como uma oportunidade para abastardar os homens.
O Maranhão não quer mais a coletoria como uma caixa privada a angariar dízimos inexistentes para inexistentes arcas reais que não são inexistentes (!) porque se podem pronunciar os nomes dos beneficiários identificados ao longo desses anos de corrupção. (…)
O Lula apresentou-se como alguém que iria resolver aquilo. Mas estava claríssimo que ele não podia. Se não mudava, se não transformava as lógicas do poder que fazem do Brasil um país um pouco estranho nesse particular… é que no fundo não há partidos, há grupos de interesses, alianças, que se fazem e se desfazem consoante as conveniências.Há uma espécie de, digamos, "caciques", mas há qualquer coisa que vem, digamos, na linha do "caciquismo" que é o influente político que não sabe muito bem por que é que ele ganhou aquele poder, mas a verdade é que o ganhou.
José Saramago [livros], em entrevista de 16 minutos, comentando, entre outros assuntos, sobre Lula e o Brasil.