This is the History Commons project for the loss of US civil liberties under the current administration, and before. We are currently focusing on several topics, including the expansion of executive power (the “unitary executive”), the NSA’s domestic surveillance program, the use of “national security letters” to force information from citizens, and others.
A iranian girl who had studied journalism in New York - who had experienced, as she put it, the fruits of American Democracy - demanded to know why americans were prepared to support the Shah´s regime when it had opposed individual freedom and dissent. ‘In the United States, we learned all about liberty and the freedom to say what we wanted to say. Yet America went on propping up the Shah and forcing him to squander Iran´s wealth on arms. Why did it do that? Why was America a democracy at home, and a dictator abroad?’ There was, of course, a contradiction here. The fact that President Carter, whose campaign for human rights was well known in Iran, should have continued to honour America´s political commitment to the Shah before the revolution - in however tentative a way - was regarded as Hypocrisy. (The Great War for Civilization, Ed. Harper Perennial, p. 146)
Depois de 25 anos da estréia de "Blade Runner" e após quatro versões, o diretor Ridley Scott está satisfeito com a última montagem do filme transformado em mito e que, ao contrário dos robôs humanóides que o protagonizam, parece ter vida eterna.Assim garantiu o cineasta britânico, que completa 70 anos em novembro, na entrevista coletiva de apresentação do filme, exibido fora de competição no 64º Festival Internacional de Veneza.
Scott afirmou que, ao ver peças publicitárias e
vídeos musicais, se deu conta de que "’Blade Runner’ estava tendo uma influência muito forte nas novas gerações".
Além disso, "é uma obra artística" que "influiu muito no mundo da moda e também na obra de arquitetos de prestígio, que disseram que o filme tinha mudado seus conceitos", acrescentou.
Com o título de "Blade Runner: The Final Cut" (a montagem final), esta versão definitiva foi exibida pela primeira vez no sábado (1º) em Veneza.A paisagem do festival não podia ser mais diferente da obscura, caótica e tecnológica Los Angeles do ano 2019 no qual o filme é ambientado, uma mistura de cinema negro e ficção científica existencialista repleta de metáforas religiosas.
Para os que viram a versão anterior, "Blade Runner: The Director’s Cut" (a montagem do diretor), de 1992, a nova apresenta pequenas inovações que não alteram o espírito do filme, como ocorreu com o original, de 1982.
A versão de 2007 apresenta planos que contribuem para perfilar os personagens e suas relações, especialmente a do policial e a personagem interpretada pela atriz Sean Young, assim como alguns ajustes na inesquecível trilha sonora composta por Vangelis.Outros planos que nunca convenceram Scott foram retocados graças à tecnologia digital.
Entre eles, estão a inclusão do rosto da atriz Joanna Cassidy na seqüência da perseguição de sua personagem, onde antes era possível perceber a presença de uma dublê na cena.
Também foi modificado o vôo da pomba que finaliza o famoso monólogo final do ator Rutger Hauer, presente na entrevista coletiva e cujas "naves em chamas além de Orión" ficaram marcadas na mente de várias gerações.
"Poucos trabalhos me deram tanta satisfação e prazer", ressaltou Hauer sobre a produção baseada no romance "Os andróides sonham com ovelhas elétricas?", de Philip K. Dick, sobre um grupo de replicantes - robôs de aspecto humano com vida limitada a quatro anos - que se rebelam e devem ser exterminados.
"É difícil explicar porque foi tão difícil a rodagem", mas o certo é que "quando o filme foi finalizado e foram realizadas as exibições prévias, o resultado foi ruim e alguns críticos me massacraram", lembrou Scott.
Os produtores concordaram com Scott em eliminar um plano no qual Ford sonhava com um unicórnio - chave para entender o personagem -, gravar uma locução que explicasse seus pensamentos durante todo o longa e procurar um final feliz.
Sobre isso, o diretor de "Alien" afirmou que fez "ajustes porque havia coisas que não funcionavam bem".
Em relação ao futuro da sétima arte, o diretor disse não ter idéia dos rumos do cinema e comentou que não é contra a onda de segundas partes de filmes de sucesso em Hollywood, porque "são divertidas, e isto é uma indústria".
Chego pelo review de Robert Fisk. Até aí, os clichês. E ainda aparece repentinamente Abou Fatma, um selvagem. Ele surge da mesma maneira que vai embora: sem motivo, sem data, sem terra natal ou história. É um nômade, como vários dos povos "colonizados" pelos ingleses na Áfica. Nada além da imagem de Sexta-Feira, e o clichê continua.
- Por que me está protegendo?
- Deus te pôs em meu caminho. Não tinha nenhuma opção.
- Deus? Deve ter feito algo terrível para ofendê-lo.
- Ri-te como um Inglês.
- E como ri um Inglês?
(após a imitação, gargalhadas)
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Parabéns aos finalistas do concurso BOB´s 2007. Especialmente ao Inagaki, Ao Mirante, Donizetti e Carlos Serra. Palpite: pelo padrão diferente dos outros blogs selecionados, o prêmio do júri vai para o Carlos Serra, no seco e no molhado. california fires san diego
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E o Giornale Nuovo avisou que vai encerrar seus posts. Que pena! Deve ter seus motivos. Mas tomara que ele faça como o Romário: avise, faça o maior alarde, e depois retorne
O atual affair dos supostos livros didáticos "bolcheviques" brasileiros (que "manipulariam" a "alma" de "nossas crianças"), deixou mais uma vez escancarada uma idéia um tanto trivial: de que certas figuras do jornalismo brasileiro são no mínimo precipitadas para julgar o que julgam; que o rigor do julgamento não corresponde ao rigor da apuração dos dados; e que enfim, nada mais fazem do que apoiar sua suposta competência nas posições que ocupam. Escrever com mínimo rigor, que é bom…
Lembram-se daquele filme, Os Deuses devem estar Loucos? Foi produzido em 1980, e mostra uma tribo de bosquímanos africanos que encontram uma garrafa de coca-cola. A garrafa interfere nas relações da tribo, e um deles resolve devolvê-la aos "deuses".
No século XIX, os invasores ingleses notaram uma diferença anatômica: bosquímanos têm glúteos e genitais (femininos) avantajados. Como nessa época os impérios misturavam um certo grau de ciência com fascinação (e uma gigantesca dose de preconceito), esse tipo de contexto rendeu a criação de uma figura: a Vênus Hottentote, uma mulher levada à Europa para "expor" seus traços anatômicos.