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Um dos melhores filmes de guerra, senão o melhor, já feito. Fazem juz ao filme as palavras acima: "Guerra de uma maneira que Hollywood nunca poderia retratar". E o mocinho não dá um só tiro.
Link para o filme no Eudes (download), e do DVD na Livraria Cultura.
A animação abaixo, da autoria de Aleksandr Petrov, é uma adaptação de O Velho e o Mar, de Hemingway. Com duração de 20 minutos, consiste em um conjunto de 29000 pinturas justapostas. Tudo feito artesanalmente (!).
(more…)‘How senseless to disregard one’s life by fighting foes, who are but frail flowers.
How foolish to spend your lifetime without meaning, when a precious human body is so rare a gift’.
"Yes, he´s not the Joker, but the ace of spades"
Meu vizinho Major Tom escreveu um post com referências a escritores, apontando como novas produções do cinema expressariam interesses norte-americanos, especialmente em política externa.
Atualmente, nem nazistas nem russos aliam-se a super-vilões para enfrentar a S.H.I.E.L.D, os Vingadores ou o Capitão América. Mas seria interessante ver como as mudanças nos quadrinhos e no cinema dos últimos tempos acompanhariam assuntos bem atuais.
Em O Cavaleiro das Trevas, uma das principais referências ao Coringa é a de "terrorista". Isso sem contar o método utilizado pelo protagonista para encontrá-lo, ou os dilemas relativos à morte e à violação possível das liberdades individuais. E não mencionamos outros quadrinhos ou filmes contemporâneos (e o Coringa ficou muito melhor que o Magneto "Ultimate"), na forma ou no conteúdo tocando assuntos da vez.
Analogias à parte, é difícil ver no holofote do comissário Gordon o "W" de Bush, como se a relação fosse de propaganda pura e simples (e os textos sobre o assunto pululam). Agora, quando um filme coloca no mesmo plano maudosos terroristas e os interesses das gigantescas indústrias armamentistas, revestindo tudo com os panos mornos de um humanismo boboca, aí o assunto pode até esquentar.
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E o que não dizer, nos tórridos ânimos de 11/9, da Mulher Maravilha?