February 3, 2008

Luciano Testi - Carnevale di Venezia

Link: foto.lucien.it

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Il mondo vive di luce.
Il fotografo la cattura,
il pittore la dipinge,
il poeta la descrive.

Una foto può essere
pensata da un poeta
e dipinta da un pittore?

Della fotografia mi affascina
il potenziale espressivo,
il tradurre in immagine,
immergersi in mondi nuovi.

January 25, 2008

Zooomr com novas atualizações

A imagem “http://static.zooomr.com/images/3963985_7a0d63d5d6_m.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Para quem não conhece, o Zooomr é uma comunidade de fotos similar ao Flickr, criada por um rapazinho de 17 anos chamado Kristopher Tate. O guri é um "renegado" do caminho natural de seus iguais: recusou-se a trabalhar no Vale do Silício para arriscar um empreendimento individual. A diferença é que, embora menos popular que o domínio do yahoo, o Zooomr oferece tudo grátis. Tem também algumas ferramentas a mais, como um visualizador automático, que escurece a tela inteira e amplia automaticamente a foto escolhida.

Como ainda é uma espécie de empreendimento no limite entre o amadorismo (ou melhor, uma equipe pequena) e uma grande corporação como o flickr, as atualizações de sistema demoram um pouco. Nesta última, o sistema inteiro está migrando dos EUA ao Japão via Fedex (!). Resultado: alguns dias esperando para poder enviar novas fotos.

Mas nada que atrapalhe muito. Ainda mais considerando que tudo é resultado dos auspícios de um rapazinho! 

December 15, 2007

Reuters - Fotos do Ano (2007)

link: reuters.com   

Seguindo o ano de 2006, as fotos de 2007 não pareceram tão expressivas quanto as de 2005. Bem, isso não é bem verdade, e para isso basta olhar abaixo. Mas aquela de 2005…

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Na legenda: "Indonesian children play at a flooded rice field at Serpong district near Jakarta on February 4, 2007"

O Gueto do Papai Noel

O Bansky (artista inglês mostrado aqui) coordena agora uma exposição chamada Santa´s Guetto (ou Ghetto), em Belém. A "irreverência" (caso se possa dizer assim) já começa no pórtico do sítio oficial.   
 
 
 

December 12, 2007

Figura e fundo

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"CPMF ontem e hoje", de Ivan Cabral

December 2, 2007

O “generalíssimo” Francisco de Miranda

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Miranda recepcionado por Simon Bolivar (Pintura de Rugendas )
 
Francisco de Miranda (1750-1816) é considerado um precursor de Simon Bolivar e de vários movimentos emancipatórios latino-americanos. Lutou na Revolução Francesa, pela independência dos EUA, e em outras guerras hispano-americanas. Pregava uma nação que reuniria todas as colônias hispânicas, e que se chamaria "Colômbia". Adepto de idéias iluministas, é chamado por muitos como "generalíssimo" ou "universalista".
 
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As imagens acima foram retiradas de notas de viagem, e reflexões. A Biblioteca Nacional da Venezuela digitalizou arquivos digitais de Miranda, relativos às viagens e à participação na Revolução. Outras informações (como livros, referências e iconografia) também podem ser encontradas na Miguel de Cervantes. Por aqui, livros de e sobre ele constam também em sebos.    
 
Atualmente, as idéias de Miranda figuram por trás de vários discursos, como alguns de Hugo Chavez. Este inaugurou um monumento a Miranda em Cuba, e pouco tempo atrás o governo venezuelano financiou um filme sobre essa figura (com Danny Glover no elenco). Uma "Força Francisco de Miranda" também atua como grupo de apoio ao governo.
 
Seria interessante ler um estudo sobre como Miranda e outras figuras - Simon Bolivar, entre elas - fundaram certas idéias de independência da América Latina; como essas idéias perduraram até o século XX; como então se atrelaram a várias inspirações marxistas; e como todo esse corpo ideológico se relaciona com aspectos sociais, políticos e econômicos, especialmente em países como a Venezuela, ou outros países próximos.
 
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Na Venezuela, segue o  Referendum Aprobatorio para a Reforma Constitucional. Atenção à boa análise de Pedro Doria

December 1, 2007

O jogo da geografia (1644)


 
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imagem daqui 
Brasil: Província fértil, entre os dois grandes rios Maragnon e  Plata, e limitado pelo Peru ao ocidente, e o oceano ao Oriente. Abundante em madeiras de cor.
A carta acima pertence ao Jeu de la Géographie (1644), confeccionado pelo pintor italiano Stefano della Bella (mencionado aqui, sobre isso). 
 
O baralho consiste em 54 cartas de várias regiões do mundo então conhecido, encomendadas especialmente para a educação do futuro "Rei-Sol" Luís XIV.     
 
Na gravura da carta sobre o Brasil, consta: uma figura feminina, segurando penas de Avestruz, e vestimentas exóticas. Todas as cartas, acessíveis aqui (digitar ‘Jeu de la Géographie‘ na busca).
     
Não arrisco perguntar o que penas de avestruz (não é ave originada da África?) fariam nas mãos de um nativo do Brasil. Nem o quanto as cartas para o Rei-Sol seriam mais ingênuas que outros jogos, mais atuais ;) . Mas seria muito interessante saber sobre se esse é o jogo mais antigo com alguma menção a essas terras… E com a curiosa característica de chamar a atenção precisamente aos dotes mercadológicos.

November 28, 2007

A Felicidade, e O Brasil nas Copas de 50 a 70

 Uma bela exposição, do Arquivo Nacional
 
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 Com Ademir como artilheiro, a seleção chega à final e perde para o Uruguai. O impacto dramático do resultado obscurece o segundo lugar e o brilho do time de Nilton Santos, Jair Rosa Pinto, Zizinho, entre outros. A Copa de 1954, na Suíça, passa rápido para nós e com três jogos voltamos para casa.

Tudo muda em 1958: o Brasil bossa nova, o Brasil de JK, vence a sua primeira Copa do Mundo, na Suécia, com Pelé, craque aos 17 anos e Garrincha esbanjando genialidade. Finalmente a ‘taça do mundo’ vinha para as nossas mãos. (…)

 Outra exposição belíssima: "Instantâneos da Felicidade", transitando pelo país.  Contém 50 fotos de vários artistas, desde Henri Cartier-Bresson até Sebastião Salgado. Sem contar o belíssimo gol de bicicleta de Pelé em 1965:    
 
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Meias Vermelhas 

 
 
Outra dica interessante é o lançamento do livro Meias Vermelhas e Histórias Inteiras, do hedonista, blogueiro e psicólogo Marcos Donizetti. Será dia 3 de dezembro, em São Paulo. Mais informações sobre o livro e o evento.
 
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Respondendo ao comentário do Robson ;) :
 

November 24, 2007

Yanomami, de Claudia Andujar

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Fora por alguns dias, voltando ao ‘normal’. Vários posts dos ‘fellows’, e comentários para ler e considerar.
 
Permanece aberta a pergunta sobre liberalismo x socialismo. Alguém se habilita?
 
E boas-vindas aos novos leitores. ;)  

November 18, 2007

A farsa do Aquecimento Global

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"Taming the Yellow Dragon": Exposição de James Whitlow Delano no Digital Journalist, sobre as mudanças climáticas na China (publicamos aqui)

 

 O Velho publicou informações sobre um documentário da BBC intitulado The Great Global Warming Swindle (A grande farsa aquecimento global), da BBC (videos aqui, e com legenda aqui). 
 
O argumento central afirma que, se ocorre aquecimento, não se deve à influência do homem, mas provavelmente a determinados eventos físicos alheios a essa influência.
 
Por outro lado, o ceticismo cabe bem ao interesse dos grandes produtores de petróleo.
 
Numa terceira alternativa, a crença no papel principal do homem apenas favoreceria outros vieses mercadológicos, ou até mesmo a diversificação da atividade das mesmas grandes corporações, alvos das principais críticas. Em outras palavras, trocaríamos apenas o conteúdo, mas a forma da exploração continuaria a mesma:
Muito se falou, não raro com razão, que a indústria do petróleo financiava os céticos. Em 1998, o Instituto Americano do Petróleo (API), poderosa organização que congrega as maiores empresas do ramo nos EUA, tentou arregimentar cientistas que pudessem ir a público e falar das falhas das teorias sobre as causas do aquecimento global. O jornal The New York Times descobriu a tramóia e os céticos começaram a ser vistos com desconfiança.

Por outro lado, seria injustiça dizer que todos os negacionistas sejam vendidos, como os tacha a maioria dos cientistas que defendem a hipótese antropogênica. "Aquecimento global virou uma religião. Falar algo contra a corrente dominante virou heresia", afirma Nigel Calder, ex-editor da revista New Scientist, ele mesmo um "herege" assumido. Calder é um dos principais personagens do documentário The Great Global Warming Swindle ("A Grande Farsa do Aquecimento Global", inédito no Brasil, mas que você vê no site da Super), que foi ao ar na TV inglesa em março. O filme defende uma tese controversa: da mesma maneira que há empresas interessadas em negar o impacto da poluição humana na mudança climática - como as de petróleo, carvão e automóveis -, há pessoas, empresas e grupos de pressão que não se dariam mal com a histeria em torno do aquecimento global.

Esse tipo de tese concorda com livros como o de Naomi Klein, "A doutrina do choque": grandes catástrofes ou transformações geológicas e culturais apenas favoreceriam novos meios de exploração e investimento, e por conseguinte novas possibilidades de consumo. Curto e breve, o aquecimento global seria um "bom negócio": levaria a outros modos de gestão da vida humana, sem modificar significativamente a relação do homem com o mundo.

Mas nada disso toca a pergunta sobre o papel do homem. Não é muito difícil constatar que ocorrem mudanças de clima em regiões com grandes alterações, em curto período de tempo (associação de poluição, hidrelétricas, desmatamento, monocultura…). A chuva ácida e as máscaras utilizadas numa Pequim sob neblina seriam apenas os exemplos agudos. Dado isso, a idéia de que a mudança global do clima se deve às alterações locais dos últimos 150 anos parece bem tentadora. Daí, a conclusão se impõe: formas de vida fundam diretamente padrões de consumo, e vice-versa.